Alcouro - Notícias http://www.alcouro.com.br/noticias-rss Notícias RSS pt-br Notícias RSS http://www.alcouro.com.br/img/logo.jpg http://www.alcouro.com.br <![CDATA[Missão à Índia deve gerar mais de US$ 10 milhões para o couro do Brasil (28/01/2015 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/28/01/2015/missao-india <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/missao-india_150_1.jpg" alt="Missão à Índia deve gerar mais de US$ 10 milhões para o couro do Brasil"></p> <p><em>Negócios, relacionamento e abertura de mercados estão entre os objetivos do setor de couros do Brasil com a Missão Empresarial à Índia, que se inicia no dia 31 de janeiro</em></p> <p><p>Cinco empresas nacionais e o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) participam da atividade que tem a projeção de gerar mais de US$ 10 milhões em negócios para o País. A agenda do grupo inclui participação na feira India International Leather Fair (IILF), rodadas de negócios e visitas técnicas. A Missão Empresarial à Índia tem o apoio do Brazilian Leather, projeto setorial desenvolvido pelo CICB em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros.</p> <p>A comitiva do Brasil será recepcionada por representantes do Council for Leather Exports (CLE-India), que estiveram no Brasil em meados de 2014, em uma missão que aproximou os dois mercados. A primeira atividade dos brasileiros na Índia será a participação, entre os dias 1º e 3 de fevereiro, na feira IILF, em Chennai, com estandes individuais. A feira é focada em negócios e já chega à sua 30ª edição. Em seguida, o grupo tem previstas rodadas de negócios com empresários previamente selecionados e visitas técnicas a curtumes locais e indústrias dos segmentos calçadista e de acessórios, em Chennai e também em Nova Deli.</p> <p>Para o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, a Índia é um mercado promissor para o couro brasileiro. &quot;Esta missão converge para os objetivos estratégicos do setor no Brasil, que dizem respeito à diversificação de países compradores, ampliando o número de clientes e destinos das exportações de couros brasileiros&quot;, afirma o gestor.</p> <p>A Missão Empresarial à Índia segue até o dia 6 de fevereiro. Veja os participantes brasileiros: CICB; America Leather; Coming Ind. Com. De Couros Ltda; Hop Ying Leatherex Exp. Rep. Ltda; Curtume Cubatão Ltda; JBS Couros.</p></p> 2015-01-28 12:00:00 Alcouro http:///noticias/28/01/2015/missao-india <p> Negócios, relacionamento e abertura de mercados estão entre os objetivos do setor de couros do Brasil com a Missão Empresarial à Índia, que se inicia no dia 31 de janeiro </p> Alcouro <![CDATA[Couromoda 2016 já tem 70% de espaços vendidos (28/01/2015 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/28/01/2015/couromoda-2016 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/couromoda-2016_150_1.jpg" alt="Couromoda 2016 já tem 70% de espaços vendidos"></p> <p><em>Quebrar paradigmas e apostar na mudança requer ousadia. Num mercado balançado por um 2014 de resultados pífios, mudar uma tradicional feira de endereço, setorizá-la e uni-la a uma mostra de vestuário poderia ser arriscado demais. Mas não foi.</em></p> <p><p> Fundador e presidente da Couromoda, Francisco Santos inovou e acertou. Tanto que, para 2016, arranjou um “problema bom” para resolver. Com 70% dos espaços para a edição de 2016 já vendidos, o empresário acredita que terá de administrar uma fila de espera, situação que não acontecia há pelo menos cinco anos. Confira entrevista concedida ao jornal Exclusivo (exclusivo.com.br), em que Santos avalia erros e acertos dessa nova Couromoda. </p> <p><strong>Qual foi o retorno dado pelo mercado para as mudanças que a Couromoda 2015 realizou?</strong></p> <p>O primeiro passo foi dado. Tem muita coisa a ser feita ainda para reorganizar o setor dentro desta nova concepção. A partir deste evento, nossos expositores vão entender melhor a estrutura, fazer estandes não tão fechados, que deem uma visibilidade aos produtos, mantendo a privacidade de cada um, de acordo com a política comercial de cada empresa. Acho que demos um primeiro passo muito forte e muito firme. Há muitos anos não fazíamos uma Couromoda em que recebêssemos só elogios do primeiro ao último dia. Evidentemente, os compradores que vieram em excelente número não fizeram aquelas compras que o setor estava acostumado, dos áureos tempos. Mesmo que todos tenham sido conversadores com seus pedidos, deram uma sinalização para o setor de que o ano vai ser bom.</p> <p><strong>O que será mantido para 2016?</strong></p> <p>Seguramente, ano que vem teremos mais desfiles individuais. Nossa ideia é dividir dois desfiles de grandes marcas e dois desfiles coletivos, mantendo quatro desfiles ao dia. Agradou muito também a pequena revolução que fizemos com os seminários e fóruns. Acho que no próximo ano teremos mais gente participando. O casamento, debaixo do mesmo teto, de moda em confecção e moda em calçado é vencedor. Muita gente que não vendia confecção vai pensar e aproveitar mais seu metro quadrado, e vice-versa. O pavilhão novo é uma surpresa agradável para expositores e visitantes.</p> <p><strong>O que é preciso melhorar para a próxima edição?</strong></p> <p>É importante que o nosso expositor entenda o ambiente, que tire proveito de estar no Expo Center Norte. Que não use lâmpadas quentes e que faça o estande mais aberto. Temos alguns “problemas bons”, de algumas empresas que vão precisar de mais espaço. Vamos administrar. Só podemos crescer 10%. Provavelmente, a Couromoda 2016 terá fila de espera, o que acontecia cinco, seis anos atrás. Estamos saindo daqui com 70% da feira com os contratos renovados para 2016.</p> <p><strong>A feira de 2016 começa em um domingo ou em uma segunda-feira?</strong></p> <p>Provavelmente, no domingo, dia 10 de janeiro. Ainda vamos ouvir todos expositores nos próximos 30 dias e todos os lojistas membros da Ablac (Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados) para definir a data.</p> <p><strong>Ouvimos de pequenos e grandes fabricantes a afirmação de que estão repensando a participação em feiras. Como lidar com essa nova realidade de mercado?</strong></p> <p>Mais do que repensar a participação em eventos, a indústria está repensando o que fazer em termos de feira porque tem muita feira no mercado. Acho que aí cabe a cada uma das promotoras fazer um esforço para que sejam elas as escolhidas. Ao longo desses 42 anos de Couromoda, nós já passamos por muitos ciclos no segmento, altos e baixos, épocas em que chegamos a ter no Brasil 15 feiras do segmento, isso 15, 20 anos atrás. Nós fazemos o nosso trabalho bem feito, respeitando a necessidade do comprador, o desejo do nosso expositor. O Brasil passa por ciclos de uma oferta muito grande e o fabricante, em função da verba limitada, vai ter de escolher aquele evento que lhe dá retorno. A seleção tem de ser de mercado. Quem oferecer o melhor e der retorno para o cliente deve permanecer. As empresas estão, realmente, revendo. Nós estamos absolutamente felizes porque os nossos estão mais ou menos definidos a continuar conosco. Estamos com 70% dos espaços para a feira de 2016, tanto Couromoda, quanto Prê-à-Porter, já negociados. O lojista também precisa se organizar. Ele vai aonde existe maior oferta. Ele precisa otimizar custos.</p> <p><strong>O mercado de feiras internacionais também está mudando, com grandes eventos tradicionalmente lotados muito mais modestos. Qual sua avaliação dessa nova realidade?</strong></p> <p>Na Europa você tem GDS, tem Riva del Garda, tem Micam, tem feira na Espanha, na Inglaterra, ou seja, são muitos eventos na Europa também e as empresas estão começando a se definir, grande maioria, pela Micam, que é tradicional, em Milão, uma cidade como São Paulo. Milão está para a Europa assim como São Paulo está para a América Latina. Acho que as empresas vão fazer a opção por aquele que é mais competente.</p> <p><strong>A Couromoda ocorre em período de férias para os brasileiros. É de se pensar em rever essa data, de repente mais para o fim de janeiro?</strong></p> <p>Os expositores não querem. A Couromoda começou em fevereiro, depois ela foi sendo antecipada pela pressão da indústria, que precisa dos pedidos logo após o Natal. A indústria se organizou para sair de férias 15, 16 e 17 e retomar depois da feira. Fazemos a feira dez dias depois que se encerram as vendas fim de ano, para que o lojista possa fazer seu balanço e vir fazer as compras do ano. Tenho fabricantes que dizem “se puder fazer dia 1º de janeiro, melhor. O quanto antes possível”. Às vezes o lojista quer empurrar um pouco mais para a frente. Data de feira nunca é unanimidade.</p> <p><strong>Assim como resultado de feira para expositor também não é unanimidade.</strong></p> <p>Tem gente que vendeu muito bem, tem gente que vendeu mais ou menos. Seguramente, os lojistas estão conservadores. Não se sabe exatamente como a economia vai se comportar. Eu fico com o governador (Geraldo) Alckmin, que esteve na feira e que comentava que nem os áureos anos do governo Lula foram tudo aquilo que se dizia, mas era bom; nem a crise é todo esse inferno que estão pintando. O mercado continua interessante, o Brasil continua grande. Não temos empresas em situação financeira desesperada. Nosso setor está saudável, mais ou menos purificado. O que ocorre é que o Brasil continua concentrando um pouco a produção. Na medida em que você tem grandes players, que aumentam 30 mil ou 40 mil de produção por dia, isso repercute nos médios e pequenos em várias regiões do Brasil. É uma lei de mercado, assim como é uma lei de mercado o expositor decidir em que feira vai participar.</p> <p><strong>Esse cenário de mercado interno recessivo, a exportação se torna um caminho interessante. De que maneira a Couromoda pode impulsionar essa venda internacional?</strong></p> <p>A exportação pode ser uma solução, mas demora um pouco mais a reagir. No mercado brasileiro, a reação é mais rápida. A Couromoda tem um histórico de pioneirismo em estimular as exportações, isso lá nos anos 1970, pré-Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) tudo foi feito por nós. Participamos daquele primeiro boom das exportações brasileiras. Agora, o Brasil precisa tomar novos caminhos, produzir calçados de maior qualidade, ser mais agressivo em termos de marketing. E estamos fazendo isso, a Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) está auxiliando a explorar novos mercados. O que nós temos hoje é um problema de mercado. Hoje, os mercados internacionais estão um pouco retraídos. Os produtores da Ásia estão cada vez mais agressivos e com artigos de melhor qualidade e nós temos nossas mazelas internas que, mesmo com o câmbio favorável, ainda continua difícil ganhar dinheiro com exportação. Mas é clássica a informação de que o crescimento da indústria brasileira passa pela exportação, porque nós produzimos muito mais do que o mercado interno pode absorver. O Brasil tem condições de produzir mais de um bilhão de pares/ano. Acredito que, com todo esse rearranjo da economia internacional, que vem desde 2008, tudo melhore.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2015-01-28 12:00:00 Alcouro http:///noticias/28/01/2015/couromoda-2016 <p> Quebrar paradigmas e apostar na mudança requer ousadia. Num mercado balançado por um 2014 de resultados pífios, mudar uma tradicional feira de endereço, setorizá-la e uni-la a uma mostra de vestuário poderia ser arriscado demais. Mas não foi. </p> Alcouro <![CDATA[Abicalçados projeta ano positivo para exportações (14/01/2015 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/14/01/2015/ano-positivo-exportacoes <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/ano-positivo-exportacoes_150_1.jpg" alt="Abicalçados projeta ano positivo para exportações"></p> <p><em>A alta do dólar aliada á recuperação dos principais mercados do mundo para o calçado brasileiro trouxeram boas expectativas para os exportadores.</em></p> <p><p> A avaliação da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) foi feita durante coletiva de imprensa da entidade, encontro que teve a participação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin na tarde de terça-feira, dia 12, na Couromoda.</p> <p>Alckmin ressaltou a importância do setor calçadista para a economia de São Paulo e do Brasil e as ações realizadas pelo governo do Estado para aumentar a competitividade do segmento, como a redução do ICMS para o setor. Elogiando a estrutura da feira paulista, que ocorre pela primeira vez no Expo Center Norte, o governador destacou o encontro de expositores de mais de 14 estados brasileiros, imprensa nacional e internacional e importadores dos principais mercados do mundo na Couromoda.</p> <p>Antes da coletiva da Abicalçados houve o lançamento da nova campanha do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela entidade calçadista em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O programa prevê investimento de R$ 41,4 milhões em ações de desenvolvimento, capacitação e promoções comercial e de imagem durante o biênio 2015/2016. Na oportunidade, Klein enfatizou o importante incremento no número de mercados desde a adoção do Programa, no ano 2000 – de 100 para 150 destinos. “Além disso, passamos a exportar mais calçados com marca própria”, destacou. Após, os gestores responsáveis do Brazilian Footwear pela Abicalçados, Cristiano Körbes, e pela Apex-Brasil, Mariana Gomes, apresentaram as ações do projeto para o biênio.</p> <p><strong>Mensagem ao setor</strong><br> Com o intuito de quebrar paradigmas para a exportação das marcas 'made in Brazil', a nova campanha do Brazilian Footwear foi apresentada de forma descontraída pelo executivo da Abicalçados. Com uma representação de muro de gesso à frente, Klein ressaltou a importância de se quebrar “discursos engessados”, como o de que empresas menores não conseguem exportar ou que marca brasileira não venda no exterior. Dito isso, uma sequência de marteladas do executivo derrubou o muro, aparecendo uma mensagem ao setor: “a quebra de preconceitos já começou”.</p> <p><strong>Coletiva</strong><br> Durante a coletiva, Klein destacou a perspectiva de um ano melhor no campo das exportações e de estabilidade ou queda no mercado doméstico. Para o executivo, 2015 será um ano de ajustes e as indústrias devem estar preparadas para enfrentá-lo para voltar a crescer de forma sustentável a partir do próximo ano. “No mercado externo, a expectativa, embalada pela valorização do dólar, é de aumento nos embarques, pois nosso preço fica mais competitivo. Já no mercado doméstico, se empatarmos com 2014 será uma grande façanha”, disse. Segundo ele, o endividamento das famílias e a inflação devem ser impeditivos de uma melhor performance.</p> <p><strong>Empregos</strong><br> Questionado sobre a possibilidade de perdas nos empregos para 2015, o executivo disse que a recuperação no mercado externo deve segurar postos de trabalhos. Klein ressaltou que, em 2014, com a queda no varejo de calçados e nas exportações, foram perdidos mais de 20 mil postos no setor.</p> <p><strong>Couromoda</strong><br> A 42ª edição da Couromoda, que se estende até hoje, dia 14, apresenta as coleções de outono-inverno de mais de duas mil marcas de calçados no Expo Center Norte, em São Paulo/SP.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2015-01-14 12:00:00 Alcouro http:///noticias/14/01/2015/ano-positivo-exportacoes <p> A alta do dólar aliada á recuperação dos principais mercados do mundo para o calçado brasileiro trouxeram boas expectativas para os exportadores. </p> Alcouro <![CDATA[Ano termina com estabilidade nas exportações de calçados (14/01/2015 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/14/01/2015/estabilidade-exportacao-calcados <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/estabilidade-exportacao-calcados_150_1.jpg" alt="Ano termina com estabilidade nas exportações de calçados"></p> <p><em>O último mês de 2014 reservou uma notícia positiva para os calçadistas brasileiros. Amargando quedas em quase todo o ano passado, os exportadores de calçados puderam comemorar um incremento de 10% no comparativo com igual mês de 2013, alcançando US$ 119,25 milhões em pares embarcados para o exterior.</em></p> <p><p>Por outro lado, a recuperação não foi suficiente para reverter o quadro de queda no acumulado, que ficou em 2,6%. No ano passado foram exportados 129,5 milhões de pares por US$ 1,067 bilhão, cerca de US$ 30 milhões a menos do que em 2013. Em pares, porém, a recuperação foi positiva em 5,4%. A explicação da diferença passa pela queda de 7,5% no preço médio do produto embarcado, que ficou em US$ 8,24.</p> <p>Para o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, o ano registrou um “empate técnico” devido ao desempenho melhor nos embarques de dezembro. Segundo ele, contribuiu para o desempenho positivo no último mês do ano passado o câmbio mais favorável para a formação de preços competitivos e a recuperação gradual de alguns dos principais mercados para o calçado nacional, com destaque para os Estados Unidos. “A valorização da moeda norte-americana, se confirmada em 2015, deve melhorar os níveis dos embarques”, projeta o executivo, acrescentando que a Couromoda, feira que será realizada em São Paulo entre 11 e 14 de janeiro, deverá servir como um termômetro para o ano que inicia.</p> <p><strong>Destinos</strong><br> No ano passado os norte-americanos compraram 11,85 milhões de pares verde-amarelos, o equivalente a US$ 193,67 milhões, 2,2% mais do que o registro do ano passado. Somente em dezembro, foram exportados 1,45 milhão de pares para lá, o equivalente a US$ 19,77 milhões, 8% mais do que no mesmo mês de 2013.</p> <p>Depois dos Estados Unidos, o principal mercado para o calçado brasileiro ao longo de 2014 foi a Argentina. Apesar das barreiras impostas e da crise que se agiganta no país vizinho, foram embarcados para lá 7,66 milhões de pares que geraram US$ 81,68 milhões, 31,3% menos do que em 2013. No mês de dezembro, a Argentina ficou colocada como décimo destino do produto brasileiro, com a compra de pouco mais de 216 mil pares, 24,5% menos do que em dezembro de 2013. “No mercado externo, certamente, a Argentina foi o nosso pior revés ao longo de 2014”, avalia Klein.</p> <p>O terceiro destino de 2014 foi a França, que comprou 8,9 milhões de pares por US$ 70,1 milhões, registrando um leve incremento de 0,5% ante 2013. Em dezembro, os franceses, que ocuparam o tradicional lugar da argentina, a segunda posição, compraram mais de 1 milhão de pares por US$ 11,36 milhões, 8,2% mais do que no mesmo mês do ano anterior.</p> <p><strong>Estados</strong><br> Tradicional exportador de calçados de maior valor agregado, o Rio Grande do Sul encerrou o ano contabilizando 17,96 milhões de pares embarcados somando US$ 387 milhões em exportações – mesmo número de 2013. O segundo principal exportador foi o Ceará de onde foram remetidos 56,3 milhões de pares por US$ 310,6 milhões, queda de 1,4% frente a 2013.</p> <p>Único resultado positivo entre os principais exportadores de calçados, São Paulo vendeu 11,7 milhões de pares por US$ 145 milhões, 0,4% mais do que em 2013.</p> <p>O destaque do ano passado foi Minas Gerais. Mais de 4,8 milhões de pares mineiros geraram US$ 25,68 milhões, 40,4% mais do que em 2013.</p> <p><strong>Importações</strong><br> Em alta desde 2010, as importações acompanharam a tendência de desaquecimento interno no varejo de calçados – que deve cair em torno de 1% até dezembro. No ano passado entraram no Brasil 36,8 milhões de pares por US$ 561,28 milhões, queda de 1,9% no comparativo com 2013. As principais origens do produto importado foram o Vietnã (US$ 323,47 milhões, alta de 8,2% ante 2013); Indonésia (US$ 111,83 milhões, queda de 2,3%); e China (US$ 53 milhões, queda de 11,7%).</p> <p><strong>Balança comercial</strong><br> Com as quedas nas exportações e importações de calçados, a balança comercial fechou com um superávit de US$ 505,9 milhões, 3,2% menor do que o registro de 2013.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2015-01-14 12:00:00 Alcouro http:///noticias/14/01/2015/estabilidade-exportacao-calcados <p> O último mês de 2014 reservou uma notícia positiva para os calçadistas brasileiros. Amargando quedas em quase todo o ano passado, os exportadores de calçados puderam comemorar um incremento de 10% no comparativo com igual mês de 2013, alcançando US$ 119,25 milhões em pares embarcados para o exterior. </p> Alcouro <![CDATA[Produção mundial do calçado alcança novo recorde (14/01/2015 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/14/01/2015/producao-mundial-calcado <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/producao-mundial-calcado_150_1.jpg" alt="Produção mundial do calçado alcança novo recorde"></p> <p><em>Na última edição da GDS - Global Destination for Shoes &amp; Accessories, que ocorre em Düsseldorf, na Alemanha, a equipe responsável pelo World Footwear apresentou o último anuário com todo os números relevantes de produção, consumo e dados do mercado internacional referentes a 2013.</em></p> <p><p>De acordo com a publicação de 2014, os níveis de produção de calçado continuam quebrando recordes, ultrapassando os 22 bilhões de pares pela primeira vez em 2013.</p> <p>A estrutura geográfica da indústria permanece praticamente inalterada em relação a anos anteriores, com a China sendo o líder indiscutível, produzindo quase 2 de 3 cada par de sapatos vendidos no mundo. No seu conjunto, a Ásia é a fonte de 87% do calçado produzido em todo o globo.</p> <p>Os padrões geográficos de consumo mostram mais informações: ao longo dos últimos quatro anos, a Ásia aumentou a sua quota do total mundial de 49% para 51%, com a China liderando o consumo de calçado em termos de volume, ao mesmo tempo que consolidou a sua posição ao longo dos últimos anos. Estados Unidos e Índia seguem logo atrás.</p> <p>O World Footwear estima que, no ano retrasado, o comércio internacional de calçados estabeleceu novos recordes, com as exportações atingindo 14,4 bilhões de pares e 119 bilhões de dólares. A causa é o reforço da liderança da China nas exportações, que cruza o índice de 40% pela primeira vez.</p> <p>Os 15 melhores exportadores em 2013 incluem nove países europeus, cinco países asiáticos e os Estados Unidos. Entre este grupo de países, a Itália registrou o maior preço de exportação médio (48,78 dólares), seguido por Portugal e França.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2015-01-14 12:00:00 Alcouro http:///noticias/14/01/2015/producao-mundial-calcado <p> Na última edição da GDS - Global Destination for Shoes &amp; Accessories, que ocorre em Düsseldorf, na Alemanha, a equipe responsável pelo World Footwear apresentou o último anuário com todo os números relevantes de produção, consumo e dados do mercado internacional referentes a 2013. </p> Alcouro <![CDATA[Missão Empresarial ao México traz novos contatos para o setor de couros do Brasil (18/12/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/12/2014/missao-empresarial-mexico <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/missao-empresarial-mexico_150_1.jpg" alt="Missão Empresarial ao México traz novos contatos para o setor de couros do Brasil"></p> <p><em>Ideias, contatos e negócios marcaram a realização da Missão Empresarial ao México, organizada pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com o apoio do Brazilian Leather – projeto setorial de CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros.</em></p> <p><p>Seis grandes empresas de curtume do Brasil participaram da atividade, que incluiu visitas técnicas, espaço para relacionamento e audiência no Congresso Mundial do Calçado. A missão ocorreu na cidade de León.</p> <p>O México é um dos países alvo apontados no Planejamento Estratégico do couro brasileiro para os próximos anos, com grande potencial de negócios que se confirmou com a missão. “Voltamos a ser interessantes para os mexicanos, mas ressalto que para competir nesse mercado com couros acabados, nossa indústria precisa buscar ainda mais aprimoramento, pois os curtumes locais estão muito bem”, destaca Nikolas Fuga, da empresa Fuga Couros S/A, que participou da missão. O empresário avalia que países como o México – com logística facilitada a partir do Brasil – devem ter um incremento de negociações de couros brasileiros, possibilitando uma diversificação de mercados.</p> <p>No espaço para relacionamento organizado pela Missão, foram realizadas 20 reuniões entre os curtumes brasileiros e compradores de couros do México, oriundos de indústrias de calçados, artefatos e segmento automotivo, totalizando 25 contatos novos para o Brasil. As visitas técnicas contemplaram curtumes locais, fábricas de calçados e artefatos e indústrias ligadas ao fornecimento de couro para o setor automotivo.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2014-12-18 12:00:00 Alcouro http:///noticias/18/12/2014/missao-empresarial-mexico <p> Ideias, contatos e negócios marcaram a realização da Missão Empresarial ao México, organizada pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com o apoio do Brazilian Leather – projeto setorial de CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros. </p> Alcouro <![CDATA[Curtumes brasileiros em Missão Empresarial ao México (18/11/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/11/2014/curtumes-brasileiros-mexico <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/curtumes-brasileiros-mexico_150_1.jpg" alt="Curtumes brasileiros em Missão Empresarial ao México"></p> <p><em>É com grande representatividade que o couro do Brasil desembarca em breve em León, no México, para uma missão empresarial que terá como tônica a participação no Congresso Mundial do Calçado.</em></p> <p><p>Seis grandes empresas de curtume nacionais estão confirmadas nesta atividade (Couro do Norte, Couros Bom Retiro, Fuga Couros, JBS Couros, Minerva Leather e OCM Best Brasil), que conta com a organização do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com o apoio do Brazilian Leather – projeto setorial realizado por CICB e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros.</p> <p>A agenda do grupo prevê participação em todas as atividades do Congresso – que ocorrerá nos dias 24 e 25 de novembro, no Poliforum de León –, além de visitas técnicas e espaço para relacionamento no hotel onde a delegação brasileira estará hospedada. As visitas técnicas ocorrerão nos dias 26 e 27 de novembro em curtumes locais, fábricas de calçados e artefatos e indústrias ligadas ao fornecimento de couro para o setor automotivo. O momento para relacionamento está agendado para o dia 25 de novembro, após o encerramento do Congresso, no Hotel Marriott Courtyard, também em Léon, com representantes dos seis curtumes brasileiros participantes da missão.</p> <p>O presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello afirma que esta missão será importante para uma avaliação aprofundada sobre as tendências para o mercado do calçado em todo o mundo e também sobre os processos e as atividades da indústria no México. O executivo destaca que as missões empresariais organizadas por CICB, com apoio da Apex-Brasil, têm gerado resultados muito positivos em termos de conhecimento, inovação e relacionamento, o que espera-se acontecer novamente no México.</p> <p>O Congresso Mundial do Calçado é organizado pela Confederação Europeia da Indústria do Calçado (CEC), com a Câmara da Indústria do Calçado do Estado de Guanajuato (CIEG) e a Associação Nacional de Fornecedores da Indústria do Calçado (Anpic).</p> <p>Fonte: Jornal Exclusivo</p></p> 2014-11-18 12:00:00 Alcouro http:///noticias/18/11/2014/curtumes-brasileiros-mexico <p> É com grande representatividade que o couro do Brasil desembarca em breve em León, no México, para uma missão empresarial que terá como tônica a participação no Congresso Mundial do Calçado. </p> Alcouro <![CDATA[Lei do Couro em Mato Grosso (18/11/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/11/2014/lei-couro-matogrosso <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/lei-couro-matogrosso_150_1.jpg" alt="Lei do Couro em Mato Grosso"></p> <p><em>Uma grande repercussão de mídia e público marcou as ações da Lei do Couro no estado do Mato Grosso.</em></p> <p><p>Com cobertura dos jornais impressos do Estado, das redes de TV de maior alcance nacional e acompanhamento atento de consumidores e lojistas, as blitzes da campanha detalharam para diversos públicos a legislação que proíbe o uso de expressões como “couro sintético” e “couro ecológico”. Esta ação foi executada pelo Centro das Indústrias de Curtumes de Brasil (CICB), com o apoio do Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros, Peles e Afins de Mato Grosso (Sincurt).</p> <p>Doze cidades receberam a visita da equipe da Blitz da Lei do Couro durante 13 dias. O grupo circulou pelo estado em um carro identificado, dialogando com lojistas e consumidores sobre a lei 4.888/65, que determina que somente produtos oriundos de pele animal podem receber a denominação couro, proibindo o uso de sufixos ou prefixos junto à palavra “couro”. As visitas ao comércio de rua e lojas em shopping centers foram acompanhadas por equipes de TV e jornal, que deram ampla cobertura à ação, cujo principal objetivo foi a educação sobre a lei e a proteção ao consumidor. Ao todo, 920 lojas foram visitadas e seis shopping centers (três na capital e três no interior).</p> <p>O presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, com o presidente do Sincurt, Evandro Luis Durli, detalha que as visitas ocorreram em estabelecimentos de todos os portes. Na maioria dos casos, destaca o gestor, as irregularidades levantadas estavam ligadas ao desconhecimento da lei. “Os lojistas advertidos sobre a legislação, em geral, adequaram sua comunicação imediatamente”, afirma, citando que muitos empresários e gerentes de lojas solicitaram material para replicar para fornecedores e clientes. As irregularidades mais comuns identificavam produtos como “couro sintético”, “couro ecológico” e “couro faik”, além de “Leather Denim”, que igualmente fere o consumidor por não identificar adequadamente o produto.</p> <p>Fonte: Jornal Exclusivo</p></p> 2014-11-18 12:00:00 Alcouro http:///noticias/18/11/2014/lei-couro-matogrosso <p> Uma grande repercussão de mídia e público marcou as ações da Lei do Couro no estado do Mato Grosso. </p> Alcouro <![CDATA[Feira Première Vision Leather, em Paris, com inscrições abertas (24/10/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/10/2014/feira-paris <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/feira-paris_150_1.jpg" alt="Feira Première Vision Leather, em Paris, com inscrições abertas"></p> <p><em>A feira que é referência mundial para o segmento de luxo dentro da indústria coureira está com inscrições abertas para empresas brasileiras interessadas em expor seus couros.</em></p> <p> <p>A Première Vision Leather (antiga Le Cuir A Paris) ocorre na capital francesa entre os dias 10 e 12 de fevereiro, mostrando as mais recentes novidades em couro aos mais renomados estilistas e compradores dos mercados de moda, calçados, artefatos, arquitetura, entre outros.</p> <p><strong>Apoio Brazilian Leather</strong></p> <p>As empresas brasileiras participantes da Première Vision Leather contam com o apoio do Brazilian Leather, projeto setorial de CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros. O projeto apoia os expositores nacionais em questões como comunicação, intérpretes e confirmação de espaços na feira. O Brasil é sempre um dos grandes destaques no evento. Na mais recente edição, em setembro, os expositores brasileiros ganharam as luzes no lounge de tendências e também na seleção dos compradores da feira.</p> <p>A Première Vision Leather é uma feira dedicada exclusivamente a profissionais, tendo o couro como foco principal. Trata-se de uma atividade dedicada ao mercado de alto padrão, reunindo um público de cerca de 17 mil pessoas em busca de artigos especiais para suas coleções. Esta será a primeira edição que a feira se chamará Première Vision. Antes intitulada Le Cuir A Paris, a feira ganha um novo nome para convergirpara uma estratégia de marca, juntamente com os outros cinco eventos ligados à moda realizados pela mesma empresa paralelamente, que passam a adotar a assinatura Première Vision.</p> <p>Interessados em participar devem entrar em contato com Letícia Luft pelo telefone (51) 8208-9932 ou pelo email trade@brazilianleather.com.br até o dia 24 de outubro. As vagas são limitadas.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2014-10-24 12:00:00 Alcouro http:///noticias/24/10/2014/feira-paris <p> A feira que é referência mundial para o segmento de luxo dentro da indústria coureira está com inscrições abertas para empresas brasileiras interessadas em expor seus couros. </p> Alcouro <![CDATA[Campanha Lei do Couro será realizada em Mato Grosso (24/10/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/10/2014/campanha-lei-couro <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/campanha-lei-couro_150_1.jpg" alt="Campanha Lei do Couro será realizada em Mato Grosso"></p> <p><em>Oito cidades serão visitadas para verificar a publicidade e a comunicação utilizada por comerciantes na venda de produtos sintéticos</em></p> <p><p>Averiguar a correta aplicação da palavra “couro”, bem como orientar os lojistas sobre a lei nº 4.888/65, que proíbe o uso de expressões como “couro ecológico” e “couro sintético” no comércio. É com esse objetivo que a equipe do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) visitará oito cidades de Mato Grosso, inclusive Cuiabá, para verificar a publicidade, uso de etiquetas e a comunicação utilizada por comerciantes e comerciários na venda de produtos sintéticos.</p> <p>Conhecida nacionalmente como “Blitz da lei do couro”, em Mato Grosso a ação tem o apoio do Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros, Peles e Afins de Mato Grosso (Sincurt). As visitas ocorrerão de 13 a 26 de outubro, em lojas de ruas e de shoppings centers. Conforme a legislação, é proibido comunicar ou colocar à venda produtos sob o nome “couro” que não tenham sido obtidos exclusivamente de pele animal.</p> <p>A equipe viajará o Estado em carro identificado com o visual da campanha, com material de apoio impresso e um grupo de orientadores treinados para realizar o trabalho de vistoria, que visa conscientizar tanto os lojistas como os consumidores sobre a importância do cumprimento da lei. Segundo os organizadores da ação, a partir de qualquer irregularidade, a equipe transmitirá as orientações necessárias para adequação à lei do couro, sendo que aqueles que descumprirem as regras ficam passíveis às punições previstas em lei.</p> <p>Segundo o presidente do Sincurt-MT, Evandro Luiz Durli, o couro é um artigo nobre, de origem animal, por isso é importante esse esclarecimento para que o consumidor não seja prejudicado na hora da compra de um produto. Já o presidente CICB, José Fernando Bello, relata que as blitzes têm gerado grande repercussão em todas as cidades por onde passam. “Esta ação está fortemente ligada à informação e educação no atendimento de varejo, com benefícios para todos”.</p> <p>As cidades que receberão a visita da equipe do CICB são: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Cáceres.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2014-10-24 12:00:00 Alcouro http:///noticias/24/10/2014/campanha-lei-couro <p> Oito cidades serão visitadas para verificar a publicidade e a comunicação utilizada por comerciantes na venda de produtos sintéticos </p> Alcouro <![CDATA[Lei do Couro: ações para coibir expressões como "couro sintético" e "couro ecológico" (24/10/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/10/2014/lei-do-couro <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/lei-do-couro_150_1.jpg" alt="Lei do Couro: ações para coibir expressões como "couro sintético" e "couro ecológico""></p> <p><em>Foram mais de 5 mil quilômetros percorridos, 30 cidades visitadas e 4 mil estabelecimentos averiguados em um mês.</em></p> <p><p>O trabalho de divulgação e esclarecimentos sobre a Lei do Couro no mês de setembro teve grandes resultados em sensibilização de públicos estratégicos, mudança de comportamento e a comunicação correta da palavra “couro” aplicada a bolsas, calçados, móveis e vestuário no varejo. A mobilização foi realizada pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), contando com o apoio do Sindicato das Indústrias de Artefatos e de Curtimento de Couros e Peles de Novo Hamburgo.</p> <p>Chamadas de blitzes da Lei do Couro, essas ações foram realizadas por uma equipe especialmente capacitada para difundir as disposições da Lei 4.888/65, que determina que a palavra “couro” só pode ser utilizada para designar artigos oriundo de pele animal, proibindo a utilização de expressões como “couro sintético” e “couro ecológico”. Nos estabelecimentos visitados em todo o Rio Grande do Sul – desde a região metropolitana de Porto Alegre até o interior do Estado – foram verificadas as comunicações de artigos expostos à venda e também os termos utilizados por lojistas e comerciários. As visitas contemplaram lojas em shopping centers, comércio de rua e feiras, abrangendo grandes marcas nacionalmente reconhecidas e, também, marcas pequenas e estabelecimentos de menor porte. Foram visitados 20 shopping centers no interior e 11 na capital gaúcha. &nbsp;</p> <p>Conforme explica o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, a recepção à equipe de atuação da lei foi positiva, com retornos relacionados ao desconhecimento da lei, adequação imediata da comunicação e denúncias. “Coletamos muitos contatos importantes, em todos os estabelecimentos visitados. Esses dados entrarão agora em nosso banco de informações para uma manutenção da comunicação e aferição de resultados”, destaca Bello.</p> <p>A próxima etapa das bliztes da Lei do Couro ocorrerá no estado do Mato Grosso, contando com o apoio do Sindicato das Indústrias de Curtimento de Couros, Peles e Afins de Mato Grosso (Sincurt). Novamente, as ações serão ligadas à educação sobre as disposições da lei, com visitas a lojas da capital e interior e distribuição de material informativo sobre a legislação.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p></p> 2014-10-24 12:00:00 Alcouro http:///noticias/24/10/2014/lei-do-couro <p> Foram mais de 5 mil quilômetros percorridos, 30 cidades visitadas e 4 mil estabelecimentos averiguados em um mês. </p> Alcouro <![CDATA[Crescem importações de couros e peles (24/10/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/10/2014/importacoes-couros <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/importacoes-couros_150_1.jpg" alt="Crescem importações de couros e peles"></p> <p><em>Importações de couros e peles apresentaram crescimento relevante de janeiro a julho de 2014</em></p> <p> <p>Embora os embarques de couros brasileiros ao exterior só tenham dado alegrias nos últimos tempos aos coureiros – em agosto, as exportações destes artigos registraram o valor de US$ 266 milhões, um crescimento de 27,9% em relação ao mesmo mês do ano passado -, as importações de couros e peles apresentaram crescimento relevante de janeiro a julho de 2014.</p> <p>O aumento foi de 49,6% nos sete primeiros meses de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. Neste intervalo, o Brasil importou mais de US$ 17 milhões, sendo que, em todo ano passado, foram US$ 19,25 milhões em couros e peles.</p> <p><strong>Dados</strong></p> <p>Os artigos que entraram no País no mês de julho somaram US$ 4,36 milhões, ante US$ 1,27 milhão em julho de 2013.</p> <p>A maioria dos couros vem do Uruguai (23,4%), seguido por Nigéria (12,9%), Itália (12,1%) e Argentina (8%).</p> <p>O Rio Grande do Sul (62,8%) lidera a lista de Estados que importou couros e peles, seguido por Piauí (10,5%), Paraná (7,9%) e São Paulo (7,8%).&nbsp;</p> <p>A maioria dos couros importados são couros bovinos acabados, tanto em valores (48,2%), quanto no número de peles (58,1%). Dentre os outros tipos de peles, os ovinos tiveram uma participação de 68,5% em valores e de 73% em número de peles.</p> <p><strong>Avaliação</strong></p> <p>A importação de couro, ainda em valores baixos, teve incremento em duas frentes, esclarece o presidente-executivo do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), José Fernando Bello. “A principal tem relação com o Uruguai, onde curtumes brasileiros têm filiais e, por conta disso, há um aumento da relação comercial”, fala. O outro aspecto tem relação com as peles de ovinos. “Houve um incremento na importação de peles de ovinos da África, já que a disponibilidade desta matéria-prima é restrita no Brasil”, salienta.</p> <p>Fonte: Exclusivo.com.br</p> </p> 2014-10-24 12:00:00 Alcouro http:///noticias/24/10/2014/importacoes-couros <p> Importações de couros e peles apresentaram crescimento relevante de janeiro a julho de 2014 </p> Alcouro <![CDATA[Exportações de couro do Brasil para a Índia devem aumentar (20/08/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/20/08/2014/expotacoes-india <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/expotacoes-india_150_1.jpg" alt="Exportações de couro do Brasil para a Índia devem aumentar"></p> <p><em>A Índia vive um momento promissor na produção de calçados e artefatos, com o mercado local e as exportações em franco crescimento. Como consequência, a demanda de couros do País cresce também e a busca por artigos de qualidade foi o que motivou uma comitiva de empresários indianos a visitar o Brasil recentemente.</em></p> <p><p>Cumprindo uma extensa agenda de visitas e rodadas de negócios, o grupo de seis pessoas conheceu curtumes brasileiros e fechou acordos que devem incrementar em 50% as exportações de couros do Brasil para a Índia, com um aporte de US$ 7 milhões anuais.</p> <p>O grupo foi recepcionado pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), contando com o apoio do Brazilian Leather – iniciativa do CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para o incentivo às exportações de couros. A agenda da missão priorizou mostrar aos empresários a tecnologia, a formação e o trabalho do setor de curtumes do Brasil, tendo, inclusive, um dia inteiro para rodadas de negócios, com saldo muito positivo para os dois países.</p> <p>O presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, avalia que as relações comerciais de Brasil e Índia no que diz respeito ao couro devem ser aprofundadas, com benefícios para as duas nações. “Queremos abrir um bom caminho comercial com a Índia. As indústrias de calçados, artefatos e selaria de lá estão em forte crescimento e pretendemos fornecer para este mercado”, destaca o gestor.</p></p> 2014-08-20 12:00:00 Alcouro http:///noticias/20/08/2014/expotacoes-india <p> A Índia vive um momento promissor na produção de calçados e artefatos, com o mercado local e as exportações em franco crescimento. Como consequência, a demanda de couros do País cresce também e a busca por artigos de qualidade foi o que motivou uma comitiva de empresários indianos a visitar o Brasil recentemente. </p> Alcouro <![CDATA[Couros com alto valor agregado crescem nas exportações em julho (20/08/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/20/08/2014/couros-alto-valor <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/couros-alto-valor_150_1.jpg" alt="Couros com alto valor agregado crescem nas exportações em julho"></p> <p><em>O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), por meio de sua Inteligência Comercial, preparou uma análise completa, com dados e estatísticas sobre as exportações de couros e peles do Brasil no mês de julho. O conteúdo é baseado em informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No total, foram vendidos ao mercado internacional US$ 249,027 milhões, o que significa um crescimento de 26% sobre o mesmo período do ano passado.</em></p> <p><p>O presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, destaca alguns pontos importantes a partir destas estatísticas: neste mês, houve um crescimento sobre as exportações de couros nos estágios semi e acabado (com maior valor agregado) e queda nas vendas dos couros salgados e wet blue (nos estágios iniciais de curtimento). “Essa informação mostra os resultados do trabalho dos curtumes brasileiros para exportar artigos de maior valor, beneficiando toda a cadeia no país”, destaca Bello, sublinhando o apoio fundamental do projeto Brazilian Leather, uma iniciativa de CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), para a concretização deste panorama positivo.</p> <p>Outro ponto destacado pelo gestor é a diversificação de mercados, com destaque para a ascensão do Vietnã no ranking de maiores clientes do Brasil: o país do sudeste da Ásia está em quarto lugar, registrando um crescimento de 131,3% em valores sobre 2013. Recentemente, o CICB, por meio do projeto Brazilian Leather, realizou uma Missão Empresarial ao Vietnã, com rodadas de negócios e participação em uma feira, com ótimos resultados para os curtumes do Brasil.</p> <p>O ranking de estados exportadores no ano está assim: Rio Grande do Sul (19,7%), São Paulo (18,9%) e Goiás (14,3%).</p> <p>Fonte: exclusivo.com.br</p></p> 2014-08-20 12:00:00 Alcouro http:///noticias/20/08/2014/couros-alto-valor <p> O Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), por meio de sua Inteligência Comercial, preparou uma análise completa, com dados e estatísticas sobre as exportações de couros e peles do Brasil no mês de julho. O conteúdo é baseado em informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No total, foram vendidos ao mercado internacional US$ 249,027 milhões, o que significa um crescimento de 26% sobre o mesmo período do ano passado. </p> Alcouro <![CDATA[Os desafios da sustentabilidade nas maiores empresas de luxo do mundo (20/08/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/20/08/2014/sustentabilidade-empresas-luxo <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/sustentabilidade-empresas-luxo_150_1.jpg" alt="Os desafios da sustentabilidade nas maiores empresas de luxo do mundo"></p> <p><em>O que está direcionando o trabalho das marcas de luxo no que diz respeito à sustentabilidade? Quais são as estratégias dessas companhias para trabalhar os desafios do mercado atual? O que está mudando no segmento premium? O que esperam os consumidores desses produtos? Os ingleses Bill Amberg e Guy Morgan, duas referências nos assuntos couro e luxo, debaterão estas e outras questões no dia 21 de agosto, em Novo Hamburgo/RS, no 3º Fórum CICB de Sustentabilidade.</em></p> <p><p>Bill e Guy apresentarão o painel Couro: do Design ao Mercado de Luxo. Guy Morgan é diretor em Paris do BSR, entidade que desenvolve e coordena o Sustainable Luxury Working Group – núcleo que reúne as mais influentes marcas de luxo do mundo para ações em sustentabilidade. Segundo ele, as empresas de luxo têm pensado sobre como utilizar o design sustentável para despertar a criatividade e a inovação, e também sobre a forma de envolver clientes e manter o valor da marca. “Princípios de design sustentável influenciam decisões de aquisição. No fórum, espero que tenhamos um debate enriquecedor, cobrindo as questões ambientais, sociais e econômicas em toda a cadeia de valor de couro”, destaca Guy. Ele planeja mostrar exemplos de fashion houses e marcas de referência que, de fato, desenvolvem trabalhos positivos no campo da sustentabilidade.</p> <p>Bill Amberg é designer inglês, presidente do Bill Amberg Design Studio – referência mundial na criação de artigos em couro para os segmentos premium de moda e arquitetura. Bill irá debater alguns questionamentos reflexivos em sua palestra no fórum, tais como: o que é luxo? Ele mudou? Há novas tendências em luxo? Elas têm relação com a sustentabilidade? “Uma das tendências em luxo é a busca de autenticidade e de singularidade, e disponibilizar o histórico de sua cadeia de suprimentos está se tornando cada vez mais importante”, afirma.</p> <p>A realização é do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB). Coorganização: ABQTIC. Patrocínio Master: JBS Couros: Patrocínio Ouro: Stahl, Fenac e Basf. Apoio: Apex-Brasil, Minerva Leather, AICSul e IBTeC.</p> <p>Fonte: exclusivo.com.br</p> </p> 2014-08-20 12:00:00 Alcouro http:///noticias/20/08/2014/sustentabilidade-empresas-luxo <p> O que está direcionando o trabalho das marcas de luxo no que diz respeito à sustentabilidade? Quais são as estratégias dessas companhias para trabalhar os desafios do mercado atual? O que está mudando no segmento premium? O que esperam os consumidores desses produtos? Os ingleses Bill Amberg e Guy Morgan, duas referências nos assuntos couro e luxo, debaterão estas e outras questões no dia 21 de agosto, em Novo Hamburgo/RS, no 3º Fórum CICB de Sustentabilidade. </p> Alcouro <![CDATA[Recorde histórico nas exportações de couro em 2013 (06/02/2014 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/06/02/2014/recorde-historico-nas-exportacoes-de-couro-em-2013 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/recorde-historico-nas-exportacoes-de-couro-em-2013_150_1.jpg" alt="Recorde histórico nas exportações de couro em 2013"></p> <p><em>O valor total das exportações de couros e peles no ano foi de US$ 2,508 bilhões, um recorde de todos os tempos</em></p> <p><p> O valor supera em 20,7% o acumulado do ano anterior, segundo análise do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), por meio de seu setor de inteligência comercial, com dados preliminares do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p> <p> As exportações de couros e peles em 2013 tiveram números positivos ao longo de todos os meses, com o registro de recordes históricos mensais, principalmente a partir do segundo bimestre do ano. Importantes iniciativas do CICB e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) contribuíram para este cenário: projetos como o Design na Pele e Preview do Couro, participação em feiras e promoção de comunicação no exterior podem ser citados nesta esfera, bem como&nbsp;o trabalho intenso dos curtumes brasileiros, que demonstraram maturidade e qualidade no atendimento das demandas cada vez mais exigentes do mercado internacional&nbsp;.</p> <p> Segundo o presidente executivo do CICB, José Fernando Bello, o setor de couros do Brasil espera alguns desafios para 2014, com poucas perspectivas de manutenção de números tão positivos. O dirigente destaca, principalmente, a não prorrogação do Reintegra (Regime de Reintegração de Valores Tributários para Empresas Exportadoras) e a exclusão do Brasil do SGP (Sistema de Preferência da União Europeia), iniciados em janeiro, como questões que devem dificultar os resultados ao longo de 2014. &nbsp;&nbsp;</p> <p> Considerando apenas o mês de dezembro de 2013, o valor das exportações de couros e peles alcançou o valor total de US$ 238 milhões, o que significa um crescimento de 27,5% em relação ao mesmo mês do ano passado e um novo recorde mensal. Em relação a novembro, o crescimento foi de 10,5%. &nbsp;</p> <p> A participação do item nas exportações brasileiras permaneceu em 1,0%. O item Couros destaca-se no total da pauta nacional da Balança Comercial Brasileira entre os dez itens com recordes registrados nos valores e quantidades exportados em 2013.</p></p> 2014-02-06 12:00:00 Alcouro http:///noticias/06/02/2014/recorde-historico-nas-exportacoes-de-couro-em-2013 <p> O valor total das exportações de couros e peles no ano foi de US$ 2,508 bilhões, um recorde de todos os tempos </p> Alcouro <![CDATA[Programa de Certificação do Couro concluiu etapa importante em 2013 (05/02/2014 17:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/05/02/2014/programa-de-certificacao-do-couro-concluiu-etapa-i <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/programa-de-certificacao-do-couro-concluiu-etapa-i_150_1.jpg" alt="Programa de Certificação do Couro concluiu etapa importante em 2013"></p> <p><em>A avaliação dos dois Projetos de Norma que servirão de base para o programa foi finalizada</em></p> <p><p> Devendo estabelecer novos parâmetros para o setor de couros do Brasil, o Programa de Certificação do Couro com Ênfase em Sustentabilidade – idealizado pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) – concluiu em 2013 uma importante etapa em sua construção: a finalização da avaliação dos dois Projetos de Norma que servirão de base para o programa. Nas duas últimas reuniões do ano, a Comissão de Estudos Especial (CEE) – formada por empresários, técnicos em curtimento, representantes de indústrias calçadistas, pesquisadores acadêmicos e membros da sociedade – completou os textos que agora estão sendo encaminhados à ABNT, para serem colocados em consulta pública, quando poderão ainda receber contribuições dos interessados.</p> <p> À frente do programa, Álvaro Flores destaca que houve uma excelente participação de toda a cadeia ao longo das reuniões do programa em 2013, com forte atuação&nbsp;de produtores (curtumes), consumidores (empresa de calçados, artefatos e móveis), bem como de organismos neutros (universidades, centro de pesquisas, associações de classe profissional, fornecedores, entre outros). “Esta composição é fundamental para a credibilidade e o reconhecimento do nosso programa. As discussões foram extremamente proveitosas, pois trouxeram contribuições importantes para a adequação do programa à realidade do mercado”, afirma Álvaro.</p> <p> Presidente executivo do CICB, José Fernando Bello destaca que&nbsp;o programa irá reconhecer as empresas do setor curtidor com as melhores práticas dentro dos três pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental. “O programa estabelece as bases e critérios para uma produção de couros sustentável e de forma consistente”, afirma o gestor.</p> <p> <strong>Veja os dois Projetos de Norma que servirão de base para o Programa de Certificação do Couro Brasileiro com Ênfase em Sustentabilidade.</strong></p> <p> <strong>O Projeto 208:000.00-001, Couro</strong>&nbsp;–&nbsp;Princípios, critérios e indicadores para produção sustentável, estabelece as referências para a produção sustentável de couros em cada uma das suas dimensões: econômica, ambiental e social. Os princípios de cada dimensão são desdobrados em critérios, que são a expressão dos requisitos que descrevem as práticas sustentáveis, e em indicadores que permitem a verificação do cumprimento de cada critério. Um aspecto importante definido pela Comissão de Estudos é um item comum no que se refere ao sistema de gestão. Foi estabelecido que todos os aspectos relacionados com as dimensões econômica, ambiental e social, devem ser considerados de forma conjunta pela organização, demonstrando que a mesma se compromete com a sustentabilidade.</p> <p> <strong>O Projeto 208:000.00-02, Couro</strong>&nbsp;–&nbsp;Diretrizes para implementação do Projeto 208:000.00-01, fornece orientações para facilitar o entendimento e a aplicação dos princípios, critérios e indicadores. Foram inseridos neste projeto, vários exemplos de como as empresas poderão demonstrar o atendimento do que é solicitado em cada indicador, transformando-se em um verdadeiro “guia” para aplicação da sustentabilidade.</p></p> 2014-02-05 17:00:00 Alcouro http:///noticias/05/02/2014/programa-de-certificacao-do-couro-concluiu-etapa-i <p> A avaliação dos dois Projetos de Norma que servirão de base para o programa foi finalizada </p> Alcouro <![CDATA[Novas normas de abate humanitário exigem qualidade de frigoríficos (29/11/2013 12:33:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/29/11/2013/novas-normas-de-abate-humanitario-exigem-qualidade <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/novas-normas-de-abate-humanitario-exigem-qualidade_150_1.jpg" alt="Novas normas de abate humanitário exigem qualidade de frigoríficos"></p> <p><em>WQS criou selo internacional para certificar empresas que se adequam às exigências de bem-estar animal</em></p> <p><p> Devido às novas normas do mercado mundial em relação à certificação de bem-estar na indústria de processamento animal, aumentaram as exigências sobre os frigoríficos. A necessidade de adequação a essa nova realidade tem sido tratada como prioridade pelos empresários do setor.</p> <p> Bem-estar animal são diretivas e/ou normas que são impostas por países importadores, visando atender tanto as exigências do mercado consumidor no quesito qualidade, quanto para equilibrar questões econômicas entre clientes do mercado internos e externo.</p> <p> Países como Austrália e Uruguai, e também as principais redes de fast-foods, já têm desenvolvido programas específicos para cumprir os padrões pré-existentes das melhores práticas de bem-estar animal. Há décadas, os frigoríficos uruguaios, por exemplo, vêm fazendo fortes investimentos para melhorar suas instalações às exigências do bem-estar animal de primeiro mundo.</p> <p> A legislação da União Europeia sobre bem-estar animal reconhece que os animais são seres sensíveis que merecem proteção e estabelece exigências mínimas com o objetivo de poupar aos animais qualquer sofrimento inútil em três domínios principais: a criação, o transporte e o abate. O plano de ação (2006-2010) sugeriu a criação de um rótulo comunitário para promover os produtos obtidos no respeito pelas exigências mais rigorosas em matéria de bem-estar dos animais.</p> <p> Especialistas têm sido unânimes ao apontar a importância das boas práticas pecuárias, em especial o bem-estar animal. De acordo com publicações segmentadas, além do aspecto moral de não maltratar o ser vivo que futuramente servirá de alimento, o trato dispensado ao rebanho pode ter sérias implicações financeiras. O conceito qualidade, cada vez mais, é definido por consumidores, criando a necessidade de maior disseminação de tecnologia – leia-se também treinamento da mão-de-obra – como forma de sanar os problemas relacionados.</p> <p> Para auxiliar as empresas a se adequarem a essa nova realidade, a WQS criou um selo de certificação em BEA que visa garantir que o produto que chega a mesa do consumidor tenha sido produzido em um frigorífico que cumpre todos os princípios humanitários, resultando um produto final de qualidade comprovada. Esse selo têm por objetivo adequar as empresas nas normas do bem-estar animal com base no Guia de Auditoria e Diretrizes Recomendáveis de Manejo publicado pelo AMI - American Meat Institute Foundation e certificado e acreditado pela PAACO (Professional Animal Auditor Certification Organization), nas diretrizes da UE (1099/2009/CE) e legislação brasileira aplicável e tem como base os conhecimentos da Dra. Temple Grandin (Ph.D em Zoologia e ganhadora do prêmio CSHL Double Helix Medal Honoree).</p> <p> Já existem duas empresas certificadas: o frigorífico JBS em Andradina/SP e no frigorífico argentino ArreBeef S.A, um processo de certificação da norma AMI (RecommendedAnimal HandlingGuidelines&amp;AuditGuides). “A experiencia que tivemos durante o processo de certificação da norma AMI com a WQS foi muito satisfatória. Trata-se é uma ferramenta ativa, um instrumento que permite padronizar processos, alcançar objetivos e melhorar de forma continua, além de permitir assegurar o cumprimento da legislação”, afirma Daniela Pugin, responsável pelo controle de qualidade da empresa ArreBeef.</p> <p> Para Daniela, através da certificação de Bem-Estar Animal, se obtém uma vantagem competitiva. “A ArreBeef é o primeiro frigorífico de carne bovina da Argentina a certificar nos padrões do Guia de Manejo Animal do AMI”, comemora. “A certificação maximiza a produtividade de nossos empregados, e os prepara para realizar seu trabalho satisfatoriamente com mais motivação”, conclui.</p> <p> Pesquisas recentes sugerem que exigências mais rígidas para lidar com os animais destinados ao consumo humano também tendem a se refletir em produtos com mais qualidade e mais valorizados no mercado. A preocupação com o bem-estar animal pode se tornar um tema importante para o consumidor do Brasil, e não apenas para os mercados do mundo desenvolvido.</p> <p> Superar o problema do bem-estar animal atinge tanto a eficiência da produção quanto às exigências de mercado, quesito cada vez mais importante à medida que o Brasil consolida sua posição de maior produtor de carne bovina, mas ainda sem receber o que países como Austrália e EUA ganham nas suas vendas externas (Marques 2006).</p> <p> Para Daniel Boer, diretor de Proteínas para América Latina do McDonald´s Corporation, a questão bem-estar animal é muito importante frente aos fornecedores. Segundo ele, o bem estar animal sempre foi prioridade dentro do sistema Mc Donald’s, já que todos os seus fornecedores passam por processo de auditoria de BEA. “O BEA é uns dos critérios não negociáveis para ser um fornecedor do McDonald´s”, destaca.</p> <p> <br /> Fonte:&nbsp;4Toques Comunicação</p></p> 2013-11-29 12:33:00 Alcouro http:///noticias/29/11/2013/novas-normas-de-abate-humanitario-exigem-qualidade <p> WQS criou selo internacional para certificar empresas que se adequam às exigências de bem-estar animal </p> Alcouro <![CDATA[Exportação de couro cresce quase 20% até outubro no Brasil (22/11/2013 01:49:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/22/11/2013/exportacao-de-couro-cresce-quase-20-ate-outubro-no <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/exportacao-de-couro-cresce-quase-20-ate-outubro-no_150_1.jpg" alt="Exportação de couro cresce quase 20% até outubro no Brasil"></p> <p><em>A receita com as exportações de couros e peles no Brasil cresceu quase 20% (19,7%) de janeiro a outubro deste ano</em></p> <p><p> A receita com as exportações de couros e peles no Brasil cresceu quase 20% (19,7%) de janeiro a outubro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2012. O montante saltou de US$ 1,7 bilhão para mais de US$ 2 bilhões, apontam os números do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).</p> <p> São Paulo (20,3% de participação), Rio Grande do Sul (19,8%) e Goiás (12,5%) foram os principais estados exportadores. Houve crescimento no volume de negócios fechados em praticamente todas as unidades federadas, com destaque para o Rio Grande, onde as exportações cresceram 29,3%, indo de US$ 208,6 milhões para outros US$ 257,6 milhões no intervalo de dez meses.</p> <p> De acordo com as indústrias, os principais destinos dos couros brasileiros entre janeiro e outubro de 2013 foram a China/Hong Kong com 35,7% de participação, Itália com 21,2%, e Estados Unidos com 10,2% (participação monetária).</p> <p> Outubro</p> <p> Somente no mês de outubro o valor das exportações brasileiras foi recorde, em US$ 236,9 milhões, superando maio, que detinha o melhor desempenho, até então em US$ 229,3 milhões.</p> <p> Na comparação entre outubro de 2013 com o mesmo período de 2012 houve incremento na receita de 28,4%. Naquele ano, o valor foi de US$ 184,5 milhões.</p> <p> No mês de outubro foram exportadas 3,365 milhões de unidades de couro, também um recorde mensal, traduzindo ainda um aumento de 31,5% em relação a outubro de 2012, quando foram 1,558 milhões, apontou ainda o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil.</p> <p> <br /> Fonte:&nbsp;Agrodebate</p></p> 2013-11-22 01:49:00 Alcouro http:///noticias/22/11/2013/exportacao-de-couro-cresce-quase-20-ate-outubro-no <p> A receita com as exportações de couros e peles no Brasil cresceu quase 20% (19,7%) de janeiro a outubro deste ano </p> Alcouro <![CDATA[Exportação recorde puxa aumento dos abates no MT (18/11/2013 15:20:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/11/2013/exportacao-recorde-puxa-aumento-dos-abates-no-mt <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/exportacao-recorde-puxa-aumento-dos-abates-no-mt_150_1.jpg" alt="Exportação recorde puxa aumento dos abates no MT"></p> <p><em>O recorde de volume de carne bovina exportado pelo Brasil até outubro tem contribuído para o aumento dos abates em todo o país</em></p> <p><p> Entre janeiro e outubro deste ano, a exportação de bovinos alcançou 1,232 milhão de toneladas, alta de 8,86% na comparação com o mesmo intervalo de tempo do ano passado, quando foram exportados 1,036 milhão de toneladas, e recorde para o período, segundo dados divulgados ontem pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).</p> <p> Também nesse intervalo, os frigoríficos do estado abateram 5 milhões de cabeças, volume 9,17% maior que o mesmo até outubro de 2012, quando foram abatidos 4,58 milhões de cabeças. O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) calcula que, até o fim do ano, os abates devam alcançar entre 5,8 milhões e 6 milhões de animais.</p> <p> Segundo Fabio da Silva, analista do instituto, os últimos dois meses do ano costumam registrar níveis maiores de abate por causa da demanda das festas de fim de ano, tanto interna quanto externamente.</p> <p> "Em uma expectativa pessimista de que o ritmo de abate nos últimos dois meses fique em 400 mil cabeças por mês, chegaríamos ao recorde, de qualquer forma, com 5,8 milhões de abates. Mas o ritmo deste ano está em 500 mil cabeças por mês, então podemos chegar a 6 milhões", assinala Silva.</p> <p> Mudança estrutural</p> <p> Analistas e pecuaristas consultados pelo DCI dizem que o aquecimento da demanda interna e externa é apenas um dos responsáveis pela marca recorde de abates. Segundo eles, há uma mudança estrutural em curso até mais importante que o aumento da demanda externa e interna, que é a conversão de áreas de pastagens degradadas em lavouras produtivas de grãos, o que leva os produtores a entregarem mais animais para o abate.</p> <p> Jorge Pires de Miranda, vice-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), é um dos produtores mato-grossenses que participam dessa mudança. Neste ano, ele já converteu 4,2 mil hectares de pastagens em lavoura de soja e milho em sua fazenda em Brasnorte (MT). "Com a valorização dos produtos agrícolas, só se consegue melhorar essas pastagens na agricultura", afirmou. Em três anos, ele reduziu sua área de pastagem em 50%, enquanto seu rebanho caiu 25%.</p> <p> Segundo Fábio da Silva, o avanço da agricultura sobre pastagens "é fundamental para bovinocultura de corte. Regiões de cria, como Alto Paraguai, Nova Xamantina e Canarana, a agricultura tem expandido muito em regiões de cria, onde as pastagens estão mais degradadas".</p> <p> Segundo o analista, a mudança deve enxugar o rebanho brasileiro e impactar tanto nos preços ao produtor como ao consumidor.</p> <p> "É interessante para a gente ter diminuição de rebanho", afirma Zacarias Schneider, pecuarista de Cuiabá (MT). Ele acredita que "a tendência em dois anos é valorizar a arroba do boi porque vai haver falta de produto".</p> <p> O cenário de escassez já vinha se desenhando com o aumento de abate de fêmeas, que ocorre em momentos de retração da atividade, já que as fêmeas costumam ser descartadas em 12 anos, após terem sido utilizadas para cria, enquanto os machos são descartados em dois a três anos.</p> <p> Fonte: www.portaldoagronegocio.com.br</p> <p> </p></p> 2013-11-18 15:20:00 Alcouro http:///noticias/18/11/2013/exportacao-recorde-puxa-aumento-dos-abates-no-mt <p> O recorde de volume de carne bovina exportado pelo Brasil até outubro tem contribuído para o aumento dos abates em todo o país </p> Alcouro <![CDATA[Renda do frango cresce e já equivale à do boi (01/11/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/01/11/2013/renda-do-frango-cresce-e-ja-equivale-a-do-boi <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/renda-do-frango-cresce-e-ja-equivale-a-do-boi_150_1.jpg" alt="Renda do frango cresce e já equivale à do boi"></p> <p><em>Renda do frango cresce e já equivale à do boi de 2010 para 2013</em></p> <p><p> O valor da produção do frango representava 38% do registrado pelo boi em 2004. Esse percentual subiu para 58% em 2010 e terminará 2013 em 98%, quando atingirá R$ 48,3 bilhões.&nbsp;<br /> As estimativas são da AGE (Assessoria de Gestão Estratégica), ligada ao Ministério da Agricultura. O VBP (Valor Bruto da Produção) deste ano da agricultura e da pecuária deverá somar R$ 417 bilhões, 10% mais do que no ano passado.&nbsp;<br /> O coordenador-geral da AGE, José Garcia Gasques, estima que o valor total das lavouras deverá somar R$ 276 bilhões, enquanto o da pecuária (onde o Ministério da Agricultura inclui bovinos, frango, suínos, leite e ovos) atingirá R$ 141 bilhões.&nbsp;<br /> Esse crescimento do setor de frango, que tem atualmente um VBP 125% superior ao de 2004, ocorreu devido ao forte crescimento das demandas interna e externa.&nbsp;<br /> As indústrias do setor aproveitaram esse período de bons ventos e se adaptaram não só ao mercado interno como também ao externo.&nbsp;<br /> O país ocupa hoje o posto de maior exportador mundial de carne de frango. As exportações de janeiro a setembro somaram US$ 2,7 bilhões, 149% mais do que as de carne bovina.&nbsp;<br /> O setor de frango é de longe o de melhor desempenho nesse item classificado como pecuária pelo Ministério da Agricultura.&nbsp;<br /> O segundo melhor é o de leite, que teve aumento de 92% no período, seguido dos de suínos e de ovos. Ambos subiram, em média, 66%. O menor crescimento ficou para o setor de bovinos, com evolução de 38% no período.&nbsp;<br /> A boa evolução da pecuária coloca os paranaenses como um dos principais destaques na produção nacional. O Estado perdeu a liderança no setor de grãos para Mato Grosso, mas ainda figura entre os três principais do país na agricultura.&nbsp;<br /> Os paranaenses têm também boa participação nos setores de suínos e de frango, o que deverá elevar o Valor Bruto de Produção do Estado para R$ 49 bilhões neste ano, 12% do valor nacional.&nbsp;<br /> Nas lavouras, o destaque nacional fica para a recuperação da citricultura, que cresce 33%, atingindo valor total de R$ 19 bilhões.&nbsp;<br /> A galope Os últimos anos se caracterizaram por um aumento de criadores de cavalos quarto de milha. Com isso, o mercado continua aquecido e aumenta a busca por animais com boa genética.&nbsp;<br /> Leilões O aquecimento do setor é visível nos resultados dos recentes leilões. Quatro deles movimentaram R$ 7,3 milhões durante este final de semana, em Avaré (SP). O valor supera em 60% o do ano passado.&nbsp;<br /> Em alta Celso Minchillo, da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha, estima que a média paga por animal nos leilões deste ano deva atingir R$ 35 mil, acima dos R$ 30 mil de 2012.&nbsp;<br /> Cacau Os estoques estão em queda. O resultado é uma reação do mercado, elevando os preços do produto para os maiores patamares em dois anos.&nbsp;<br /> Valor O primeiro contrato foi negociado ontem, em Nova York, por US$ 2.760 por tonelada.&nbsp;<br /> Preço das carnes volta a recuar em São Paulo<br /> As carnes voltaram a cair ontem. A arroba de boi recuou para R$ 110 no Estado de São Paulo, após ter atingido R$ 112 no início do mês.&nbsp;<br /> O preço do frango também não se sustentou nos R$ 3 por quilo da semana passada e voltou a R$ 2,95.&nbsp;<br /> Apesar das quedas, o preço do boi ainda supera em 14% o de há um ano. O do frango acumula alta de 18%. Já a arroba de suíno se mantém estável em R$ 74,50 em São Paulo, mas 18% mais do que em igual período de 2012.&nbsp;<br /> <br /> MILHO<br /> +1,49%<br /> Ontem, em Chicago&nbsp;<br /> <br /> AÇÚCAR<br /> -1,84%<br /> Ontem, em Nova York&nbsp;<br /> <br /> <br /> Fonte-Folha de S.Paulo</p></p> 2013-11-01 00:00:00 Alcouro http:///noticias/01/11/2013/renda-do-frango-cresce-e-ja-equivale-a-do-boi <p> Renda do frango cresce e já equivale à do boi de 2010 para 2013 </p> Alcouro <![CDATA[Setor cárneo baiano consegue importante vitória tributária (22/10/2013 16:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/22/10/2013/setor-carneo-baiano-consegue-importante-vitoria-tr <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/setor-carneo-baiano-consegue-importante-vitoria-tr_150_1.jpg" alt="Setor cárneo baiano consegue importante vitória tributária"></p> <p><em>A medida visa estimular as agroindústrias baianas, principalmente os frigoríficos que abatem aves, suínos e bovinos</em></p> <p><p> Após anos de trabalho envolvendo o setor cárneo baiano, em que estiveram trabalhando arduamente a ABA, ABS, Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados do Estado da Bahia, Câmara da Carne ,ADAB e Secretaria de Agricultura da Bahia junto ao Governo do Estado da Bahia no sentido de melhorar a competitividade da agroindústria cárnea baiana, o Governador da Bahia em conjunto com a Secretaria da Fazenda editaram o Decreto (Decreto 14.707 de 09 de agosto de 2013) que dispensa de pagamento e lançamento de impostos os produtos comestíveis ( processados , embutidos ) de origem animal produzidas pelas agroindústrias baianas que atenda as legislações sanitárias estaduais e federais.</p> <p> A medida visa estimular as agroindústrias baianas, principalmente os frigoríficos que abatem aves, suínos e bovinos a desenvolverem em suas linhas de produção produtos como embutidos e demais processados derivados de carne, agregando valores e gerando mais empregos além de aumentar a produtividade.</p> <p> A ABA e a ABS agradecem o empenho do Governo do Estado da Bahia e demais segmentos do setor cárneo baiano em atender suas reivindicações.</p> <p> Fonte: Portal do Agronegócio.</p></p> 2013-10-22 16:00:00 Alcouro http:///noticias/22/10/2013/setor-carneo-baiano-consegue-importante-vitoria-tr <p> A medida visa estimular as agroindústrias baianas, principalmente os frigoríficos que abatem aves, suínos e bovinos </p> Alcouro <![CDATA[Valorização do couro verde no Brasil Central (18/10/2013 15:30:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/10/2013/valorizacao-do-couro-verde-no-brasil-central <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/valorizacao-do-couro-verde-no-brasil-central_150_1.jpg" alt="Valorização do couro verde no Brasil Central"></p> <p><em>Segundo o levantamento da Scot Consultoria, houve aumento no preço de referência do couro verde na última semana</em></p> <p><p> O produto de primeira linha tem sido negociado por R$2,40/kg no Brasil Central, valorização de R$0,10/kg, frente à semana anterior.</p> <p> Na comparação com o mesmo período do mês passado a alta foi de 9,1%.</p> <p> Quando confrontamos os valores atuais com os de outubro de 2012, o acréscimo foi de 50,0%. Há um ano os negócios ocorriam em R$1,60/kg.</p> <p> As exportações têm colaborado com a demanda, mas o principal vetor desta valorização foi a diminuição da oferta nas últimas semanas, devido à redução dos abates.</p> <p> Fonte: Scot Consultoria/Portal do Agronegocio</p></p> 2013-10-18 15:30:00 Alcouro http:///noticias/18/10/2013/valorizacao-do-couro-verde-no-brasil-central <p> Segundo o levantamento da Scot Consultoria, houve aumento no preço de referência do couro verde na última semana </p> Alcouro <![CDATA[Exportações de couros em setembro (11/10/2013 10:25:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/10/2013/exportacoes-de-couros-em-setembro <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/exportacoes-de-couros-em-setembro_150_1.jpg" alt="Exportações de couros em setembro"></p> <p><em>Foram embarcadas 43,0 mil toneladas</em></p> <p><p> Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações de couros em setembro somaram US$220,2 milhões.</p> <p> O faturamento no mês foi 6,5% maior que o de agosto. Na comparação com setembro de 2012 houve aumento de 35,9% na receita.</p> <p> Em volume, os acréscimos foram maiores.</p> <p> Frente ao mês anterior houve aumento de 11,4% na quantidade embarcada. Em relação ao mesmo período do ano passado o acréscimo foi de 47,9%.</p> <p> Os aumentos maiores do volume, frente ao faturamento, ocorreram devido à redução do preço médio das peles, de 4,4% na comparação mensal e de 8,1% na comparação ano a ano.</p> <p> </p> <p> fonte:&nbsp;<a href="http://www.portaldoagronegocio.com.br/">http://www.portaldoagronegocio.com.br</a></p></p> 2013-10-11 10:25:00 Alcouro http:///noticias/11/10/2013/exportacoes-de-couros-em-setembro <p> Foram embarcadas 43,0 mil toneladas </p> Alcouro <![CDATA[Dívida do Marfrig cai, mas ainda é maior do que antes da compra da Seara (04/10/2013 15:20:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/10/2013/divida-do-marfrig-cai-mas-ainda-e-maior-do-que-ant <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/divida-do-marfrig-cai-mas-ainda-e-maior-do-que-ant_150_1.jpg" alt="Dívida do Marfrig cai, mas ainda é maior do que antes da compra da Seara"></p> <p><em>A Marfrig não alcançou seu sonho de conquistar o varejo e está mais endividado agora</em></p> <p><p> O sonho do Marfrig de conquistar o varejo terminou ontem, com o repasse oficial da Seara ao rival IBS. Com o negócio fechado em junho, o Marfrig abriu mão de um terço de sua receita e se viu livre de R$ 5,85 bilhões em dívidas. O endividamento líquido deve ser reduzido a R$ 5,7 bilhões, ou 3,4 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), no terceiro trimestre. No entanto, após lutar por quatro anos para fazer a Seara decolar, o grupo ainda assim saiu mais endividado do que entrou.<br /> <br /> Quando decidiu comprar a Seara, com o apoio do BNDES, o Marfrig tinha a intenção de rivalizar com a Sadia e a Perdigão. Mas o negócio nunca deu o resultado esperado, apesar de o grupo ter atirado para todos os lados: comprou patrocínio da Copa do Mundo, lançou novos produtos e até adotou marcas herdadas da RRF, A participação de mercado cresceu em alguns segmentos, mas os prejuízos com a marca "queimavam" as reservas de caixa da companhia.<br /> Quatro anos depois, a companhia conseguiu repassar a Seara para a IBS após sua dívida líquida chegar a R$ 9,8 bilhões no primeiro trimestre, em um nível de alavancagem que a empresa reconheceu ser insustentável. Isto vai levar a alavancagem do Marfrig ao menor nível desde o quarto trimestre de 2010, mas ela ainda será maior do que no terceiro trimestre de 2009, quando o grupo comprou a Seara.<br /> No fim do primeiro trimestre, o executivo Sergio Rial, ex-diretor financeiro global da Cargill, contratado para substituir o fundador Marcos Molina na presidência do Marfrig, percebeu que a dívida da companhia precisava de solução imediata. Os meses de abril e maio foram de intensas negociações envolvendo a possibilidade de venda de diferentes ativos. A melhor oferta, diz Rial, foi a da JBS pela Seara - justamente o negócio que mais consumia caixa e tirava o sono do Marfrig.<br /> Apesar de não ter recebido um centavo pelo negócio pelo qual pagou US$ 900 milhões à americana Cargill, Rial e Molina dizem considerar o repasse da Seara a um rival com mais robustez financeira "um bom negócio". Dos R$ 5,85 bilhões em dívidas que passou adiante, só cerca de R$ 4 bilhões serão subtraídos da dívida líquida do Marfrig. O restante se refere a dívidas alocadas diretamente a Seara, que é uma empresa independente, explica Rial.<br /> Diante das dificuldades financeiras que enfrentava, antes de bater o martelo sobre a Seara, o grupo considerou vender a operação da Moy Park na Ásia para a BRF e a operação nacional de bovinos para o frigorífico Minerva. De acordo com algumas fontes de mercado, esses ativos continuariam à venda - informação negada por Molina e Rial ao Estado. Eles garantem que um fatiamento completo do grupo está fora de questão.<br /> Para mostrar a nova estrutura financeira da empresa - que admitem ainda não estar muito clara para. o mercado o grupo vai promover, 110 próximo dia 21, o "Marfrig Dayf Será uma oportunidade para analistas conhecerem os planos da empresa para os próximos cinco anos.<br /> Grupo enxuto. Com a venda da Seara, o Marfrig ficará bem mais enxuto. A operação de bovinos no Brasil responderá por 47% da receita, seguida de Keystone, com 28%, e Moy Park, com 25%. Segundo Rial, o grupo tentará mostrar ao mercado que pode ganhar mercado com a Keystone e a Moy Park, especialmente na Ásia. Nas operações nos EUA e na Europa, Rial diz que o foco será ampliar o número de clientes, Ele diz que o McDonakRs responde por 40% da receita da Keystone em território americano - no passado, a relação já foi de 60%.<br /> Molina e Rial admitem que o grupo está menos "gigante". Na sede do Marfrig, em São Paulo, um andar já foi esvaziado. Sem a Seara, o número de funcionários cairá de 90 mil para 45 mil e a receita anual deverá ficar entre B$ 17 bilhões e R$ 19 bilhões.<br /> <br /> Fonte-O Estado de S. Paulo</p></p> 2013-10-04 15:20:00 Alcouro http:///noticias/04/10/2013/divida-do-marfrig-cai-mas-ainda-e-maior-do-que-ant <p> A Marfrig não alcançou seu sonho de conquistar o varejo e está mais endividado agora </p> Alcouro <![CDATA[Embaixador da China propõe novas parcerias com o Brasil na agricultura e pecuária (27/09/2013 14:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/27/09/2013/embaixador-da-china-propoe-novas-parcerias-com-o-b <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/embaixador-da-china-propoe-novas-parcerias-com-o-b_150_1.jpg" alt="Embaixador da China propõe novas parcerias com o Brasil na agricultura e pecuária"></p> <p><em>Presidente da CNA defende novos negócios e mais produtos na agenda do comércio bilateral</em></p> <p><p> “O relacionamento entre o Brasil e a China está vivendo seu melhor momento, com nossas relações comerciais cada vez mais consistentes, mas queremos muito mais, a partir de novas parcerias na agricultura e pecuária”. Foi o que afirmou o embaixador da China no Brasil,&nbsp; Li Jinzhang, durante encontro de trabalho com a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, na sede da entidade em Brasília.<br /> <br /> Ao destacar a importância do relacionamento comercial entre os dois países, a presidente da CNA aproveitou a oportunidade para convidar formalmente o embaixador para participar do Seminário AgroInvest Brasil/2013, a ser realizado nas cidades de Pequim e Xangai, na China, em novembro próximo.<br /> <br /> “Espero que o Seminário seja importante elo para a efetivação de bons negócios não apenas entre os dois governos, mas também para os empresários brasileiros”, assinalou a senadora.<br /> <br /> Economias complementares – Durante a reunião, da qual participaram vários presidentes de federações de agricultura e pecuária dos estados e diretores da CNA, além de uma graduada equipe de técnicos e conselheiros da embaixada chinesa, Li Jinzhang fez uma longa exposição sobre a situação atual da economia de seu país e as relações comerciais com o Brasil.<br /> <br /> O embaixador afirmou que as duas economias são complementares,&nbsp; especialmente na agricultura e pecuária. Li Jinzhang lembrou que seu país importou do Brasil 57 milhões de toneladas de soja, em 2012, e previu que “o volume de importações vai crescer porque a demanda interna por alimentos na China será cada vez maior”.<br /> <br /> A presidente da CNA considerou valiosas as informações prestadas pelo embaixador. Ela avalia que a Confederação e o governo brasileiro estão prontos para colaborar com o fortalecimento do comércio bilateral entre os dois países dentro do princípio da reciprocidade.</p> <p> <br /> <br /> Fonte:&nbsp;Assessoria de Comunicação CNA</p></p> 2013-09-27 14:00:00 Alcouro http:///noticias/27/09/2013/embaixador-da-china-propoe-novas-parcerias-com-o-b <p> Presidente da CNA defende novos negócios e mais produtos na agenda do comércio bilateral </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - USA (24/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/09/2013/mercado-internacional---usasem38 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---usasem38_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - USA"></p> <p><em>Posição de couros a embarcar pela primeira vez este ano acima de quatro milhões. Seca e inundações causam prejuízos.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Apesar dos feriados na Ásia, o volume de vendas da semana não teve um impacto negativo no mercado. Praticamente todos os tipos de couro ficaram com cotações estáveis e alguns, mas principalmente os Native Steers, devida a procura da Europa aumentaram em US$ 4,00/couro e ficaram com uma diferença de nada menos do que três dólares acima dos seus similares com marca de fogo, os Butt Branded Steers. Wetblue Heavy Native Steers foram vendidos para um curtume europeu na base de US$ 120,00/couro C+F.</em><br /> <em>O gráfico seguinte está mostrando a diferença do preço entre os Butt Branded Steers e os Native Steers.</em><br /> <br /> &nbsp;<br /> <em>Enquanto a seca no Colorado virou numa enchente catastrófica, a seca se deslocou mais para o este em direção às maiores plantações de cereais, do Minnesota até Missouri e de Nebraska até Indiana, causando consideráveis perdas e aumento de preços. Veja em seguida o mapa da seca liberado no dia 19 de setembro pelo Governo dos EUA. </em></p> <p style="text-align: justify;"> <em>De acordo com as estatísticas oficiais do Departamento de Comércio dos EUA, as vendas para exportação de couros salgados durante a semana 37 de 2013 chegaram a 496.000 (556.100), 4% abaixo da média das últimas quatro semanas. A média semanal no ano corrente é 458.181.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>A lista dos maiores compradores mais uma vez foi dominada pela China que comprou 317.300 (453.100), seguida pela Coreia com 80.400 (56.600), Taiwan com 40.400 (22.000), Vietnã com 15.000 (4.000) e o Japão com 11.400.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os embarques da mesma semana reagiram e chegaram a 558.100 (282.500). A média semanal do ano corrente está em 435.356.</em><br /> <em>O total dos couros vendidos e ainda não embarcados ficou em 3.355.100 (3.421.900) couros salgados.</em><br /> <em>As vendas de couros wet blue continuaram fortes com 289.400 (243.200).</em><br /> <em>De novo o maior comprador foi a Itália com 113.500 (162.600), seguido pelo México com 52.300 (16.200), a China com 51,900 (36.300), a Tailândia com 23.100, o Vietnã com 18.000, Taiwan com 16.000 e a Coreia com 8.000.</em><br /> <em>.</em><br /> <em>Os embarques de wet blue chegaram a 117.200 (104.300).</em><br /> &nbsp;<br /> <em>O total de wet blue vendido e ainda não embarcado aumentou para 697.500 (525.200). </em><br /> &nbsp;<br /> <em>O total combinado entre couros salgados e wet blue ainda a embarcar aumentou e ultrapassou o limite de quatro milhões e chegou a 4052.600 (3.947.100). </em></p> <p style="text-align: justify;"> &nbsp;<br /> <em>Em seguida copiamos as estatísticas oficiais das exportações de couros bovinos salgados e wet blue e de couros de porco em US$ e em unidades referente ao primeiro semestre de 2013 e 2012, inclusive com os seus destinos:</em></p> <p style="text-align: justify;"> <em>Os abates nesta semana chegaram a 633.000 cabeças, contra 611.000 na semana anterior e 626.000 abatidas na semana correspondente do ano passado. &nbsp;O total do abate no ano corrente está em 23.302.000 cabeças, 1,4% abaixo do abate do mesmo período do ano passado.</em></p> <p align="center"> <strong><em><u>Preços por couro em US$ F.O.B.</u></em></strong></p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p align="center"> TIPO DE COURO &nbsp; &nbsp;KG</p> </td> <td> <p align="center"> ATUAL</p> </td> <td> <p align="center"> Semana anterior</p> </td> <td> <p align="center"> Ano passado</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Texas Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 82/83</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/89</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/89</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 81/82</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Colorado Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>85/87</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 80/81</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Butt Br. Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>93/94</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>91/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 82/83</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Native Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>96/97</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 84/85</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Nat. Heifers &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>80/82n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/80</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 72/74</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Heifers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>77/81n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>77/82n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 71/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Spready Dairy Cows &nbsp;22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>81/83</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>79/82</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 69/71</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded &nbsp;Cows &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> <td> <p align="center"> 57/60</p> </td> <td> <p align="center"> 51/54</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Native Bulls &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 46/50</p> </td> <td> <p align="center"> 80/83</p> </td> <td> <p align="center"> 80/83</p> </td> <td> <p align="center"> 69/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Small Packers atual &nbsp; 26/28</p> </td> <td> <p align="center"> 67/68</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div></p> 2013-09-24 00:00:00 Alcouro http:///noticias/24/09/2013/mercado-internacional---usasem38 <p> Posição de couros a embarcar pela primeira vez este ano acima de quatro milhões. Seca e inundações causam prejuízos. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Europa (24/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/09/2013/mercado-internacional---europa <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---europa_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Europa"></p> <p><em>LE CUIR em Paris e MICAM em Milão mostram a força do setor luxo. Preços de matéria prima atingem novo recorde e mercado europeu segue firme.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Esta semana aconteceram dois dos mais importantes eventos do mercado de couro e de calçado da Europa e do mundo. LE CUIR em Paris e MICAM/MIPEL em Milão. Ambos superaram as feiras dos anos passados e confirmaram a fase excelente do setor de luxo e o bom clima para negócios neste segmento do mercado. A feira LE CUIR em Paris, este ano com 450 exibidores, mais do que 8% em relação ao ano passado, continua crescendo e aumentando de ano para ano a sua importância e talvez já tenha se tornado, junto com a Lineapelle de Bolonha, o mais importante centro de promoção e lançamento de novidades em couros não só para o mercado de luxo, mas para a moda de couro em geral.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>O Brasil, já tradicional participante do LE CUIR, este ano de novo foi representado num conjunto de estandes organizado pelo CICB onde vários curtumes conhecidos pelas suas especialidades e inovações tiveram a oportunidade de apresentar os seus produtos aos compradores das grifes mais conceituadas.</em><br /> <em>Apesar da melhora dos abates em algumas regiões da Europa, a demanda para os couros crus continua superando a oferta e durante esta semana os preços subiram mais atingindo um novo nível recorde. Curtumes da Itália de novo efetuaram volumosas compras no mercado norte-americano onde encontraram preços mais interessantes. Não há sinais que poderiam indicar uma mudança no mercado dos couros crus da Europa.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>A forte demanda para bolsas italianas resultou num aumento de 12% das exportações durante os primeiros cinco meses de 2013. No total foram exportados bolsas e acessórios num valor de US$ 2,9 bilhões, sendo que as exportações das bolsas de couro cresceram 16% e as de sintéticos apenas 1,6%. </em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os gráficos abaixo mostram a evolução dos preços em Euro dos couros de boi e de vaca do Norte da Alemanha durante os últimos cinco anos. </em></p> <p style="text-align: justify;"> </p> <p style="text-align: justify;"> </p> <table border="1" cellpadding="0" style="width: 100%;" width="100%"> <tbody> <tr> <td style="width: 100%; text-align: justify;"> </td> </tr> </tbody> </table> <p style="text-align: justify;"> <em>&nbsp;Como sempre, as cotações indicadas na tabela abaixo foram transformadas de € e £ para US$ pela respectiva cotação cambial da semana e correspondem ao preço em US$ por quilo posto curtume Norte da Itália e com pagamento de 30 dias. O peso indicado em kg refere-se ao peso couro verde. Na média semanal registramos os seguintes câmbios: um € = US$ 1,35 (1,33) e um £ = US$ 1,60 (1,57).</em></p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p> <strong>Tipo de couro &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;kg</strong><br /> <strong>Cotações em US$/kg</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>&nbsp;38/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>37/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Ano passado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Norte &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 2,94</p> </td> <td> <p align="center"> 2,89</p> </td> <td> <p align="center"> 2,52</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp;40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,21</p> </td> <td> <p align="center"> 3,09</p> </td> <td> <p align="center"> 2,67</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,34</p> </td> <td> <p align="center"> 3,26</p> </td> <td> <p align="center"> 2,62</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem. Norte &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2.73</p> </td> <td> <p align="center"> 2,66</p> </td> <td> <p align="center"> 2,33</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem.Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,97</p> </td> <td> <p align="center"> 2,93</p> </td> <td> <p align="center"> 2,38</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 32+</p> </td> <td> <p align="center"> 3,07</p> </td> <td> <p align="center"> 2,99</p> </td> <td> <p align="center"> 2,36</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer UK &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,90</p> </td> <td> <p align="center"> 2,84</p> </td> <td> <p align="center"> 2,20</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer Irlanda &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,65</p> </td> <td> <p align="center"> 2,61</p> </td> <td> <p align="center"> 2,02</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div></p> 2013-09-24 00:00:00 Alcouro http:///noticias/24/09/2013/mercado-internacional---europa <p> LE CUIR em Paris e MICAM em Milão mostram a força do setor luxo. Preços de matéria prima atingem novo recorde e mercado europeu segue firme. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Ásia (24/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/09/2013/mercado-internacional---asiasem38 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---asiasem38_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Ásia"></p> <p><em>Na China e em outros países asiáticos os feriados encurtaram a semana. Mercados locais continuam com preços firmes.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><em><font color="#000000">Em vários países do Extremo Oriente os feriados encurtaram a semana comercial. Todos os mercados locais continuaram firmes.</font></em></span><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Na conferência sobre o couro automotivo durante a ACLE em Xangai foram apresentados pela Hidenet alguns números extremamente interessantes em referência às quantidade de couros bovinos usados mundialmente para o setor automotivo e sobre as perspectivas deste setor principalmente em relação à China onde 40% dos automóveis exibem assentos ou interiores completos de couro inclusive em muitos taxis. Em comparação, somente cerca 15% dos carros nos Estados Unidos e 25% na Europa têm couro no seu interior.</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">A China com uma produção de mais do que 20 milhões de carros por ano já é o maior mercado do mundo e ainda está crescendo num ritmo bem maior do que os demais países. Portanto, pode-se concluir que a demanda por couro automotivo deve continuar pelo menos em médio prazo.</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;Outra informação apresentada na mesma conferência revela um fato interessante: mesmo com crescente importância do couro automotivo, o mesmo representa nos dias atuais apenas 12% do mercado global de couro. Ainda de 50% a 55% seriam consumidos pelo setor de calçados e 38% em móveis, bolsas, vestuário, assessórios, etc.</span></i><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span></font></p></p> 2013-09-24 00:00:00 Alcouro http:///noticias/24/09/2013/mercado-internacional---asiasem38 <p> Na China e em outros países asiáticos os feriados encurtaram a semana. Mercados locais continuam com preços firmes. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Argentina (24/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/09/2013/mercado-internacional---argentinasem38 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---argentinasem38_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Argentina"></p> <p><em>Mercado Firme</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>No se registraram maiores modificação no mercado de couro da Argentina e as cotações em US$ para exportação continuam inalteradas.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Com a aceleração da desvalorização do peso argentino em 2013 que chega a 16,7% desde janeiro, o dobro do ano passado, as exportações de carne pela primeira vez desde 2009 começaram a aumentar. De acordo com as informações da Câmara de Indústria e Comércio de Carnes e Derivados da Argentina (CICCRA), uma entidade que está rompida com o governo do país, o volume das exportações de carne bovina com osso aumentou para 133 mil toneladas de janeiro a agosto, frente a 122 mil toneladas nos oito primeiros meses do ano passado. Mesmo assim as 133 mil toneladas em 2013 ainda são o segundo pior resultado desde 2002, mas podem indicar alguma esperança. Em relação ao consumo interno per capita a CICCRA informa que o mesmo está em 62,2 quilos, o mais alto desde 2009.</em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em>O peso argentino fechou a semana com a cotação ARS 5,78/US$, portanto quatro e meio centavos acima da cotação da semana anterior quando foi cotado em ARS 5,735/US$. O mercado paralelo continua muito reprimido pelas autoridades e a cotação na semana passada estava na base de ARS 9,37/US$. </em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os preços de exportação por pé2 estão nas seguintes bases:</em><br /> <em>Crust automotivo: seleção flor integral, secado ao vácuo, 1,2/1,4 mm, US$ 2,00/2,10.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Crust automotivo stucco, lixado US$ 1,65/1,70.</em><br /> <em>Crust para calçado tipo TR1 está na base de US$ 2,45/2,50</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Nas melhores regiões, como na província de Buenos Aires e em Mendonza, o preço médio para um quilo de couro salgado oscila ao redor de US$ 1,30 por quilo para os couros de novilho e vaquilonas e de US$ 1,05 por quilo para os couros de vaca.</em><br /> <em>(Fonte: Menendez &amp; Echeguia).</em><br /> &nbsp;<br /> <br /> <em>No <strong>Uruguai,</strong> o preço do couro verde frigorífico está na base de US$ 1,40/quilo.</em><br /> <em>O couro curtido em crust, stucco e lixado para estofamento é vendido ao preço de US$ 1,65/1,70, enquanto o couro crust automotivo secado ao vácuo custa US$ 2,00/2,15/sqft.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>O <strong>Paraguai</strong> divulgou os dados referentes à exportação de couros e peles durante os primeiros oito meses de 2013 mostrando um incremento de 80% em relação ao total de 2012. De janeiro até agosto foram exportadas 90.000 t contra o total de 50.000 t em 2012.</em><br /> <em>Os novos curtumes da Cencoprod na região do Chaco e do grupo Concepcion no norte do país duplicaram praticamente a capacidade de produção da indústria de curtumes do Paraguai.</em></p></p> 2013-09-24 00:00:00 Alcouro http:///noticias/24/09/2013/mercado-internacional---argentinasem38 <p> Mercado Firme </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Brasil (24/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/24/09/2013/mercado-internacional---brasilsem38 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---brasilsem38_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Brasil"></p> <p><em>IBGE aponta porcentagem recorde de vacas no abate do segundo trimestre. Rebanho bovino deve ter caído para 205 milhões.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><em><font color="#000000">No mercado de couros frescos dos principais frigoríficos não constatamos alterações durante a semana. Os preços seguem firmes. Também em relação às vendas, as perspectivas são as mesmas. No mercado doméstico a demanda é limitada e em relação à exportação que absorve mais do que dois terços da produção, os exportadores enfrentam de novo o problema da instabilidade cambial. O Real ganhou na semana 38 de segunda a sexta-feira 3% em valor frente ao US$; desde o início do mês já são 9%. No final da semana a moeda brasileira foi cotada em R$ 2,2190/US$ contra R$ 2,2830 uma semana atrás.</font></em></span><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Os preços no mercado externo para os couros brasileiros praticamente não mudaram.</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">De acordo com informações divulgadas pela Abiec, apesar das restrições em alguns países, a receita com as exportações de carne bovina avançou 14,12% de janeiro a agosto na comparação com igual período de 2012, alcançando US$ 4,17 bilhões. Em volume, o crescimento na mesma comparação foi de 20,57%. Os dez destinos mais importantes em valor exportado foram Hong Kong, a Rússia, a União Europeia, a Venezuela, o Egito, o Chile, os Estados Unidos, o Irã, Israel e Argélia. A previsão da Abiec é de que a receita com vendas externas de carne bovina no ano superem US$ 6 bilhões.</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Pelos dados referentes ao abate no segundo trimestre do ano, divulgados nesta semana pelo IBGE, verifica-se que a porcentagem de vacas com 45,3% do abate foi o maior desde 2008. O total do abate nos frigoríficos no segundo trimestre cresceu 11,7% em comparação com o mesmo período do ano passado e atingiu 8,5 milhões cabeças. Trata-se do maior abate trimestral da história. De acordo com a consultoria Plataforma Agro este resultado não se deve apenas à fase do ciclo da pecuária favorável à indústria, mas também o avanço da agricultura sobre as pastagens potencializou o aumento dos abates. Com menor intensidade de aplicação de tecnologia, a pecuária é menos rentável que a agricultura, o que provoca um descarte maior do rebanho para dar lugar às lavouras. Pelas estimativas da Plataforma Agras, o Brasil deve perder 2,2 milhões de hectares de pasto neste ano, a maior parte para agricultura. O rebanho bovino na opinião da mesma consultaria deve ter caído dos 213 milhões para 205 milhões.</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><b><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></b></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Em relação ao preço do couro para exportação, apenas como referência informamos em seguida as atuais cotações dos preços do wet blue integral frigorífico, base CFR em US$/pé2:</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></i></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><i><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">TR1 &nbsp;US$ 1,60/1,65 &nbsp; &nbsp; TR2 &nbsp; US$ 1,50/1,60</span></i><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span></font></p></p> 2013-09-24 00:00:00 Alcouro http:///noticias/24/09/2013/mercado-internacional---brasilsem38 <p> IBGE aponta porcentagem recorde de vacas no abate do segundo trimestre. Rebanho bovino deve ter caído para 205 milhões. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - USA (18/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/09/2013/mercado-internacional---usasem37 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---usasem37_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - USA"></p> <p><em>O lado dos vendedores ganha força e o mercado se estabiliza no alto nível atual. Estoques de wet blue formam vendidos para Itália.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> Na primeira semana após a Feira de Xangai, o mercado norte-americano confirmou a sua firmeza. Com uma venda extraordinária de 243.200 couros wet blue e mais 556.100 salgados na semana anterior, a posição dos vendedores melhorou significativamente e o total de couros vendidos e ainda não embarcados pela primeira vez em 2013 chegou perto da marca de quatro milhões. Também o fato de uma freada nos embarques contribuiu para alcançar esta posição.<br /> Para a semana 38 a maioria dos observadores acredita numa manutenção do atual nível do mercado.<br /> &nbsp;<br /> De acordo com as estatísticas oficiais do Departamento de Comércio dos EUA, as vendas para exportação de couros salgados durante a semana 36 de 2013 chegaram a 556.100 (676.700), 15% acima da média das últimas quatro semanas. A média semanal no ano corrente é 455.383.<br /> A lista dos maiores compradores mais uma vez foi dominada pela China que comprou 453.100 (483.100), seguida pela Coreia com 56.600 (98.700), Taiwan com 22.000 (7.900), México com 14.100 (32.900) e Vietnã com 4.000 (8.600).<br /> Os embarques da mesma semana caíram para apenas 282.500 (413.100), 30% abaixo da média das últimas quatro semanas.<br /> O total dos couros vendidos e ainda não embarcados aumentou para 3.421.900 (3.148.300) couros salgados.<br /> As vendas de couros wet blue deram um pulo para 243.200 (37.400) e os estoques acumulados foram praticamente liquidados.<br /> De longe o maior comprador foi a Itália com 162.600, seguida pela China com 36.300 (12.100), o México com 16.200 (8.600), a Coreia com 14.000 e o Vietnã com 8.600.<br /> Os embarques de wet blue chegaram a 1104.300 (75.900).<br /> O total de wet blue vendido e ainda não embarcado aumentou para 525.200 (386.300).<br /> &nbsp;<br /> O total combinado entre couros salgados e wet blue ainda a embarcar aumentou 11,7% para 3.947.100 (3.534.600).</p> <p style="text-align: justify;"> &nbsp;<br /> De acordo com as informações do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, as importações de calçados durante os primeiros sete meses do ano em curso aumentaram 3,8% em comparação com o mesmo período do ano passado. 82,0% das importações ainda tiveram procedência chinesa contra 84,2% em 2012.<br /> Os abates nesta semana chegaram a 611.000 cabeças, contra 569.000 na semana anterior e 650.000 abatidas na semana correspondente do ano passado. &nbsp;O total do abate no ano corrente está em 22.662..000, 1,5% ou 345.000 cabeças abaixo da mesma época do ano passado.</p> <p align="center"> <strong><u>Preços por couro em US$ F.O.B.</u></strong></p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p align="center"> TIPO DE COURO &nbsp; &nbsp;KG</p> </td> <td> <p align="center"> ATUAL</p> </td> <td> <p align="center"> Semana anterior</p> </td> <td> <p align="center"> Ano passado</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Texas Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 84/85</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/89</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 83/84</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Colorado Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 80/81</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Butt Br. Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>91/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>91/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 83/84</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Native Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 85/86</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Nat. Heifers &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/80</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/80</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 72/74</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Heifers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>77/80</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>76/77</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 71/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Spready Dairy Cows &nbsp;22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>79/82</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/81</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 70/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded &nbsp;Cows &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> 57/60</p> </td> <td> <p align="center"> 57/58</p> </td> <td> <p align="center"> 53/55</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Native Bulls &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 46/50</p> </td> <td> <p align="center"> 80/83</p> </td> <td> <p align="center"> 79/83</p> </td> <td> <p align="center"> 70/73</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Small Packers atual &nbsp; 26/28</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div></p> 2013-09-18 00:00:00 Alcouro http:///noticias/18/09/2013/mercado-internacional---usasem37 <p> O lado dos vendedores ganha força e o mercado se estabiliza no alto nível atual. Estoques de wet blue formam vendidos para Itália. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Europa (18/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/09/2013/mercado-internacional---europasem37 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---europasem37_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Europa"></p> <p><em>Preços dos couros de boi atingem novo recorde. Vacas encontram interesse na China e também seguem com cotações firmes.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> Durante a primeira semana depois da ACLE em Xangai ficou evidente que o mercado de couros crus da Europa continuará firme. A demanda por parte da indústria automotiva para os couros de boi continua excedendo a oferta e os preços subiram durante a semana estabelecendo um novo recorde. Os couros de vaca também apresentaram cotações firmes, uma vez que os compradores da zona do Euro encontraram concorrência por parte de compradores chineses. Não há mais estoques excedentes de couros crus na Europa e como as primeiras notícias da GDS em Duesseldorf e da Modacalzado-Iberpiel em Madrid apresentaram sinais positivos também para o setor de calçados, as esperanças para preços mais baixos, pelo menos para as próximas semanas, praticamente desapareceram. Sem dúvida, o financiamento dos alterados custos da produção e a rentabilidade insatisfatória, tanto da indústria curtidora como dos fabricantes de calçados, representam atualmente os problemas maiores.<br /> &nbsp;<br /> Os gráficos abaixo mostram a evolução dos preços em Euro dos couros de boi e de vaca do Norte da Alemanha durante os últimos cinco anos.</p> <table border="1" cellpadding="0" style="width: 100%;" width="100%"> <tbody> <tr> <td style="width: 100%; text-align: justify;"> </td> </tr> </tbody> </table> <p style="text-align: justify;"> &nbsp;<br /> Como sempre, as cotações indicadas na tabela abaixo foram transformadas de € e £ para US$ pela respectiva cotação cambial da semana e correspondem ao preço em US$ por quilo posto curtume Norte da Itália e com pagamento de 30 dias. O peso indicado em kg refere-se ao peso couro verde. Na média semanal registramos os seguintes câmbios: um € = US$ 1,33 (1,32) e um £ = US$ 1,57 (1,56).<br /> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p> <strong>Tipo de couro &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;kg</strong><br /> <strong>Cotações em US$/kg</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>&nbsp;37/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>36/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Ano passado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Norte &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 2,89</p> </td> <td> <p align="center"> 2,71</p> </td> <td> <p align="center"> 2,46</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp;40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,09</p> </td> <td> <p align="center"> 3,07</p> </td> <td> <p align="center"> 2,59</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,26</p> </td> <td> <p align="center"> 3,23</p> </td> <td> <p align="center"> 2,56</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem. Norte &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,66</p> </td> <td> <p align="center"> 2,63</p> </td> <td> <p align="center"> 2,27</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem.Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,93</p> </td> <td> <p align="center"> 2,86</p> </td> <td> <p align="center"> 2,40</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 32+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,99</p> </td> <td> <p align="center"> 2,97</p> </td> <td> <p align="center"> 2,34</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer UK &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,84</p> </td> <td> <p align="center"> 2,82</p> </td> <td> <p align="center"> 2,46</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer Irlanda &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,61</p> </td> <td> <p align="center"> 2,54</p> </td> <td> <p align="center"> 2,14</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div> <p> &nbsp;<br /> </p></p> 2013-09-18 00:00:00 Alcouro http:///noticias/18/09/2013/mercado-internacional---europasem37 <p> Preços dos couros de boi atingem novo recorde. Vacas encontram interesse na China e também seguem com cotações firmes. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Ásia (18/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/09/2013/mercado-internacional---asiasem37 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---asiasem37_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Ásia"></p> <p><em>Xangai um sucesso e cada vez maior. Brasil aumenta a sua presença. Preços firmes na Ásia.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000">Os organizadores da ACLE de Xangai consideraram o evento um sucesso. 1424 expositores, 9% a mais do que no evento de 2012, oriundos de 36 países</font><span style="color: rgb(47, 47, 47);"> ocuparam um espaço maior do que nas exposições anteriores. De acordo com as informações dos organizadores, a indústria de couros da China na qual estão incluídas as indústrias de calçados e de artefatos de couro, precisa importar anualmente um volume de US$ 7 bilhões em couros, componentes e produtos químicos para movimentar as suas linhas de produção e manter as suas exportações. Sob a liderança do CICB a indústria brasileira de couro acompanhou o ritmo do crescimento da ACLE e foi destaque com a participação 20 expositores, além do estande do próprio CICB.</span></span><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Segundo as informações fornecidas pela Associação da Indústria de Couro da China (CLIA), os números referentes às exportações do primeiro semestre de 2013, são menos positivos. Foram exportados 280 milhões de metros quadrados representando um recuo de quase 20% em relação ao primeiro semestre do ano passado. As exportações de calçados de couro caíram 3% para 380 milhões de pares. O valor das exportações de sapatos de couro aumentou 1,1% e chegou a US$ 4,9 bilhões. As importações de calçados de couro aumentaram 7,5% para 10,3 milhões de pares no valor de US$ 510 milhões, um aumento de 12% contra o ano passado.</span><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Todos os mercados de couros crus na Ásia permaneceram firmes durante a semana depois de Xangai.</span><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Na Coreia não haverá expediente nos dias 18, 19 e 20/9 quando serão celebrados os feriados anuais de Chuseok. </span></p></p> 2013-09-18 00:00:00 Alcouro http:///noticias/18/09/2013/mercado-internacional---asiasem37 <p> Xangai um sucesso e cada vez maior. Brasil aumenta a sua presença. Preços firmes na Ásia. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Argentina (18/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/09/2013/mercado-internacional---argentinasem37 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---argentinasem37_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Argentina"></p> <p><em>Mercado Firme</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> O mercado argentino segue com preços firmes e sem maiores novidades.<br /> &nbsp;<br /> O peso argentino fechou a semana com a cotação ARS 5,735/US$, portanto dois e meio centavos acima da cotação da semana anterior quando foi cotado em ARS 5,71/US$. O mercado paralelo continua muito reprimido pelas autoridades e a cotação na semana passada estava na base de ARS 9,10/US$.<br /> &nbsp;<br /> Os preços de exportação por pé2 estão nas seguintes bases:<br /> Crust automotivo: seleção flor integral, secado ao vácuo, 1,2/1,4 mm, US$ 2,00/2,10.<br /> &nbsp;<br /> Crust automotivo stucco, lixado US$ 1,65/1,70.<br /> Crust para calçado tipo TR1 está na base de US$ 2,45/2,50<br /> &nbsp;<br /> Nas melhores regiões, como na província de Buenos Aires e em Mendonza, o preço médio para um quilo de couro salgado oscila ao redor de US$ 1,30 por quilo para os couros de novilho e vaquilonas e de US$ 1,05 por quilo para os couros de vaca.<br /> (Fonte: Menendez &amp; Echeguia).<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;&nbsp;<br /> No <strong>Uruguai,</strong> o preço do couro verde frigorífico está na base de US$ 1,40/quilo.<br /> O couro curtido em crust, stucco e lixado para estofamento é vendido ao preço de US$ 1,65/1,70, enquanto o couro crust automotivo secado ao vácuo custa US$ 2,00/2,15/sqft.<br /> &nbsp;<br /> </p></p> 2013-09-18 00:00:00 Alcouro http:///noticias/18/09/2013/mercado-internacional---argentinasem37 <p> Mercado Firme </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Brasil (18/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/18/09/2013/mercado-internacional-brasilsem37 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional-brasilsem37_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Brasil"></p> <p><em>A demanda maior depois de Xangai e os abates limitados aumentam os preços da matéria prima e ao mesmo tempo piora o câmbio para os exportadores.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000">A firmeza do mercado mundial após a Feira de Xangai aumentou a procura para o couro brasileiro, principalmente o wet blue.</font></span><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><b><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></b></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">A maioria dos curtumes exportadores está com os livros de pedidos cheios. A demanda do exterior é boa. Com os abates limitados, aumentou a procura de couros crus e novos aumentos dos preços da matéria prima ocorreram durante a semana.</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">A evolução no mercado cambial não agradou aos exportadores. A cotação da moeda norte-americana oscilou durante a semana entre R$ 2,27 e 2,28/US$, portanto abaixo do nível da semana anterior quando foi cotado em R$ 2,30 e há duas semanas em R$ 2,37/US$. Para muitos exportadores o recuo no câmbio e o aumento da matéria prima está criando um aperto na rentabilidade e consequentemente aumentaram as suas cotações. Até este momento, no entanto, não há confirmação de vendas a preços acima de US$ 1,65 para wet blue TR1.</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Numa declaração à imprensa em contexto com a informação de que a CADE tinha aprovado a compra da SEARA BRASIL e do curtume ZENDA (Uruguai) pela JBS, foi divulgado também a informação de que a JBS depois destas aquisições passou a ter uma capacidade diária de 100.000 couros e de que o total de colaboradores no mundo inteiro chegou a 185.000.</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><b><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></b></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Apenas como referência aos preços de venda para o exterior, informamos em seguida as atuais cotações dos preços do wet blue integral frigorífico, base CFR em US$/pé2:</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">&nbsp;</span></font><br /> <font color="#000000"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span><span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">TR1 &nbsp;US$ 1,60/1,70 &nbsp; &nbsp; TR2 &nbsp; US$ 1,50/1,60</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span></font></p></p> 2013-09-18 00:00:00 Alcouro http:///noticias/18/09/2013/mercado-internacional-brasilsem37 <p> A demanda maior depois de Xangai e os abates limitados aumentam os preços da matéria prima e ao mesmo tempo piora o câmbio para os exportadores. </p> Alcouro <![CDATA[Cade aprova a aquisição da Seara pela JBS (16/09/2013 12:09:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/16/09/2013/cade-aprova-a-aquisicao-da-seara-pela-jbs <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/cade-aprova-a-aquisicao-da-seara-pela-jbs_150_1.jpg" alt="Cade aprova a aquisição da Seara pela JBS"></p> <p><em>O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Seara Brasil e da Zenda, da Marfrig, pela JBS</em></p> <p><p> A aprovação do negócio foi publicada ontem no Diário Oficial da União. A aquisição dos ativos pela JBS, por R$ 5,85 bilhões por meio da assunção de dívidas da Marfrig, foi anunciada em 10 de junho passado.<br /> <br /> Em comunicado ao mercado, a JBS, maior empresa global de proteína animal, informou que aguardará o prazo legal de 15 dias exigido pela lei para o fechamento da operação, que expira em 27 de setembro. A companhia prevê assumir efetivamente as operações da Seara Brasil a partir de 30 de setembro.<br /> <br /> Com a aquisição da Seara, a capacidade de produção de aves, suínos, couros e alimentos processados da JBS vai crescer. A operação envolve 32 unidades produtivas de frango, peru, suíno e alimentos processados e 21 centros de distribuição.<br /> <br /> Em comunicado, a JBS informou que passará a processar globalmente 12 milhões de aves, 70 mil suínos, 100 mil peles de couro e 5 mil toneladas de alimentos processados por dia. Além disso, passará a ter 185 mil colaboradores em todo o mundo.<br /> <br /> Após aval do Cade, a operação de venda da Seara Brasil e da Zenda para a JBS aguarda o aval do órgão antitruste europeu para ser finalmente concretizada.<br /> <br /> A aprovação da União Europeia é praticamente uma mera formalidade, segundo fontes da Marfrig. A Seara e a Zenda não têm unidades de produção na Europa, mas as duas companhias exportam para o bloco europeu. Conforme as mesmas fontes, o órgão antitruste europeu definiu o dia 26 de setembro como o prazo máximo para a aprovação da venda de Seara e Zenda.<br /> <br /> Ontem, as ações da JBS caíram 5% na BM&amp;FBovespa, a R$ 7,60, enquanto que os papéis da Marfrig recuaram 2,07%, a R$ 6,61.</p> <p> </p> <p> <strong style="margin: 0px; padding: 0px; border: none; color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;">Fonte:&nbsp;</strong><span style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif;">Avisite</span></p></p> 2013-09-16 12:09:00 Alcouro http:///noticias/16/09/2013/cade-aprova-a-aquisicao-da-seara-pela-jbs <p> O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra da Seara Brasil e da Zenda, da Marfrig, pela JBS </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - USA (11/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/09/2013/mercado-internacional---usasem36 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---usasem36_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - USA"></p> <p><em>Com boas vendas antes da ACLE em Xangai, o mercado ficou mais estável. A posição dos couros vendidos e ainda não embarcados melhorou em 6,8%</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Como as estatísticas das vendas efetuadas durante a semana antes da Feira de Xangai e divulgadas nesta semana provam, houve um aumento considerável de vendas em couros salgados. A posição dos packers melhorou e permitiu durante a Feira de Xangai uma estabilização dos preços apesar do volume pequeno negociado durante a própria Feira </em><br /> &nbsp;<br /> <em>De acordo com as estatísticas oficiais do Departamento de Comércio dos EUA, as vendas para exportação de couros salgados durante a semana 35 de 2013 aumentaram para 676.700 (405.500), 57% acima da média das últimas quatro semanas.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>A lista dos maiores compradores foi a seguinte: China com 483.100 (305.800), Coreia com 98.700 (70.500), México com 32.900 (16.100), Japão com 11.200, Vietnã com 8.600, Taiwan com 7.900 (9.300) e a Tailândia com 7.800.</em><br /> <em>Os embarques da mesma semana aumentaram para 413.100 (365.800), 6% abaixo da média do ano.</em><br /> <em>O total dos couros vendidos e ainda não embarcados ficou em 3.148.300 (2.883.800) couros salgados.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>As vendas de couros wet blue caíram para apenas 37.400 (126.500).</em><br /> <em>Os maiores compradores foram a Índia com 14.400, a China com 12.100 (51.400) e o México com 8.600 (30.300).</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os embarques de wet blue caíram para 75.900 (124.300). </em><br /> <em>O total de wet blue vendido e ainda não embarcado ficou em 386.300 (424.800). </em><br /> &nbsp;<br /> <em>O total combinado entre couros salgados e wet blue ainda a embarcar aumentou 6,8% para 3.534.600 (3.308.600).</em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em>Os abates nesta semana que contou com um dia menos chegaram a 569.000 cabeças, contra 627.000 na semana anterior e 551.000 abatidas na semana correspondente do ano passado. &nbsp;O total do abate no ano corrente está em 22.356.000, 1,4% ou 311.000 cabeças abaixo da mesma época do ano passado.</em></p> <p align="center"> <strong><em><u>Preços por couro em US$ F.O.B.</u></em></strong></p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p align="center"> TIPO DE COURO &nbsp; &nbsp;KG</p> </td> <td> <p align="center"> ATUAL</p> </td> <td> <p align="center"> Semana anterior</p> </td> <td> <p align="center"> Ano passado</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Texas Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>86/88</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 85/86</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>88/90</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>85/87</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 84/85</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Colorado Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 82/83</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Butt Br. Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>91/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>90/92</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 85/86</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Native Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 86/87</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Nat. Heifers &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/80</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/79n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 73/74</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Heifers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>76/77</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>75/77n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 72/73</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Spready Dairy Cows &nbsp;22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/81</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>82/83</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 70/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded &nbsp;Cows &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> 57/58</p> </td> <td> <p align="center"> 57/58</p> </td> <td> <p align="center"> 53/55</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Native Bulls &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 46/50</p> </td> <td> <p align="center"> 79/83</p> </td> <td> <p align="center"> 82/84</p> </td> <td> <p align="center"> 71/73</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Small Packers atual &nbsp; 26/28</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 66/68</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div></p> 2013-09-11 00:00:00 Alcouro http:///noticias/11/09/2013/mercado-internacional---usasem36 <p> Com boas vendas antes da ACLE em Xangai, o mercado ficou mais estável. A posição dos couros vendidos e ainda não embarcados melhorou em 6,8% </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Europa (11/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/09/2013/mercado-internacinal---europasem36 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacinal---europasem36_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Europa"></p> <p><em>Após do retorna das férias, o mercado continua firme. No nível atual dos preços há poucas chances de vender couros crus fora da zona do Euro.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Como as mais importantes empresas europeias do setor marcaram presença na Feira de Xangai, houve pouca atividade no mercado doméstico europeu. Durante a ACLE, ficou evidente que o mercado da Europa segue firme e as cotações em geral até subiram mais um pouco em comparação com os preços pagos antes das férias. No atual nível recorde, as chances de vender couros europeus na Ásia estão praticamente nulas, talvez com exceção de alguns tipos de couros de vaca destinados à indústria moveleira. A demanda continua muito forte para os tipos de couros de boi pesados para os modelos “Premium” da indústria automobilística; neste segmento a procura supera de longe as quantidades disponíveis no mercado, o que facilmente poderá inflacionar ainda mais os preços. </em><br /> &nbsp;<br /> <em>A Turquia, um país entre a Europa e a Ásia, tornou-se um importante produtor e exportador de artigos de couro. Destacamos que recentemente o Ministério da Fazenda daquele país incluiu os couros wet blue na lista de produtos cuja exportação é limitada. Espera-se a introdução de uma pesada taxa de exportação. O nível da mesma ainda não foi revelado pelo governo. A medida foi solicitada pelas associações da indústria de couro considerando o fato de que os curtumes turcos já importam mais do que 50% da sua matéria prima.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os gráficos abaixo mostram a evolução dos couros de boi e de vaca do Norte da Alemanha durante os últimos cinco anos baseados em cotações em Euro. Como as mesmas ainda não foram atualizadas, recomendamos como orientação as tabelas de preço em US$ que se encontram no final do nosso relatório sobre o mercado europeu.&nbsp;</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Como sempre, as cotações indicadas na tabela abaixo foram transformadas de € e £ para US$ pela respectiva cotação cambial da semana passada e correspondem ao preço em US$ por quilo posto curtume Norte da Itália e com pagamento de 30 dias. O peso indicado em kg refere-se ao peso couro verde. Na média semanal registramos os seguintes câmbios: um € = US$ 1,32 (1,32) e um £ = US$ 1,56 (1,54).</em></p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p> <strong>Tipo de couro &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;kg</strong><br /> <strong>Cotações em US$/kg</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>&nbsp;36/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>30/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Ano passado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Norte &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 2,71</p> </td> <td> <p align="center"> 2,77</p> </td> <td> <p align="center"> 2,43</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp;40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,07</p> </td> <td> <p align="center"> 3,04</p> </td> <td> <p align="center"> 2,55</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,23</p> </td> <td> <p align="center"> 3,10</p> </td> <td> <p align="center"> 2,52</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem. Norte &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,63</p> </td> <td> <p align="center"> 2,61</p> </td> <td> <p align="center"> 2,24</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem.Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,86</p> </td> <td> <p align="center"> 2,82</p> </td> <td> <p align="center"> 2,36</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 32+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,97</p> </td> <td> <p align="center"> 2,74</p> </td> <td> <p align="center"> 2,30</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer UK &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,82</p> </td> <td> <p align="center"> 2,77</p> </td> <td> <p align="center"> 2,42</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer Irlanda &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,54</p> </td> <td> <p align="center"> 2,51</p> </td> <td> <p align="center"> 1,92</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div> <p> </p></p> 2013-09-11 00:00:00 Alcouro http:///noticias/11/09/2013/mercado-internacinal---europasem36 <p> Após do retorna das férias, o mercado continua firme. No nível atual dos preços há poucas chances de vender couros crus fora da zona do Euro. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Ásia (11/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/09/2013/mercado-internacional---asiasem36 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---asiasem36_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Ásia"></p> <p><em>Apesar do recuo no setor de calçados, os preços apontam para mais estabilidade e cotações para a grande maioria das procedências que continuam firmes.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><em>A ACLE edição 2013 que fechou as suas portas na sexta-feira desta semana. A Feira de Xangai ganha cada vez mais importância no cenário internacional e hoje sem dúvida é o acontecimento de maior expressão do setor couro no segundo semestre, a fase mais importante do ano para a produção e venda da indústria de couro.</em></span><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><i><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">O mundo do couro se encontrou mais uma vez em Xangai para sentir e avaliar as perspectivas do mercado. O movimento de visitantes este ano foi considerado um pouco menos intenso do que no ano passado, o que seria uma consequência de um mercado menos favorável, principalmente no setor de calçados no qual o couro tem perdido espaço.</span></i><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><i><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Como é natural num evento internacional, expondo uma grande variedade de artigos e de procedências das mais diversas, as opiniões sobre a Feira deste ano oscilaram entre a satisfação total de alguns e de decepção de outros, principalmente daqueles que tinham esperado preços mais acessíveis para a matéria prima.</span></i><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><i><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Em Xangai se notou claramente que a dependência do mercado de couro do setor de calçados já não é tão dominante e que outros segmentos conseguem absorver um número de couros cada vez maior num mundo onde o consumo está crescendo num ritmo maior do que a disponibilidade de couros crus. Sim, com certeza ainda haverá ajustes em algumas procedências, mas certamente dentro de uma economia mundial razoavelmente organizada não haverá espaço para uma queda maior nos preços. O mercado parece estar caminhando na direção a uma estabilidade maior e os preços devem continuar, também no próximo futuro, num patamar elevado. Visto desta maneira, pode-se considerar Xangai um sucesso para todos os visitantes que procuraram uma orientação, independente do volume dos negócios realizados. </span></i><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><i><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Numa conferência com a imprensa, o presidente da Associação Chinesa da Indústria de Couro (CLIA) manifestou a sua convicção de que a consolidação na indústria de couro vai continuar e que algumas empresas sairão para países de menor custo, mas que a China continuará no cenário mundial como o centro principal da produção de artigos de couro.</span></i><br /> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><font color="#000000"> </font></span><i><span style="color: rgb(47, 47, 47); font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">O visitante das grandes cidades chinesas percebe de imediato uma enorme expansão das lojas dos grifes de luxo onde, ao lado das bolsas e dos mais variados acessórios em couro, destacam-se as elegantes botas e calçados de grife. Os novos ricos da China com certeza transformarão o seu país no maior mercado de luxo do mundo. E não é apenas a China, outros países como a Tailândia, a Indonésia, a Malásia e as Filipinas também mostram uma expansão na venda no setor de luxo na base de 8% por ano. </span></i></p></p> 2013-09-11 00:00:00 Alcouro http:///noticias/11/09/2013/mercado-internacional---asiasem36 <p> Apesar do recuo no setor de calçados, os preços apontam para mais estabilidade e cotações para a grande maioria das procedências que continuam firmes. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Argentina (11/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/09/2013/mercado-internacional---argentinasem36 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---argentinasem36_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Argentina"></p> <p><em>Mercado firme.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Aparentemente os argentinos que marcaram presença em Xangai também conseguiram preços estáveis ou até ligeiramente mais firmes</em><br /> &nbsp;<br /> <em>O peso argentino fechou a semana com a cotação ARS 5,71/US$, portanto três centavos acima da cotação da semana anterior quando foi cotado em ARS 5,68/US$. </em><br /> &nbsp;<br /> <em>Os preços de exportação por pé2 estão nas seguintes bases:</em><br /> <em>Crust automotivo: seleção flor integral, secado ao vácuo, 1,2/1,4 mm, US$ 2,00/2,10.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Crust automotivo stucco, lixado US$ 1,65/1,70.</em><br /> <em>Crust para calçado tipo TR1 está na base de US$ 2,45/2,50</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Nas melhores regiões, como na província de Buenos Aires e em Mendonza, o preço médio para um quilo de couro salgado oscila ao redor de US$ 1,30 por quilo para os couros de novilho e vaquilonas e de US$ 1,05 por quilo para os couros de vaca.</em><br /> <em>(Fonte: Menendez &amp; Echeguia).</em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em>No <strong>Uruguai,</strong> o preço do couro verde frigorífico está na base de US$ 1,40/quilo.</em><br /> <em>O couro curtido em crust, stucco e lixado para estofamento é vendido ao preço de US$ 1,65/1,70, enquanto o couro crust automotivo secado ao vácuo custa US$ 2,00/2,15/sqft.</em></p></p> 2013-09-11 00:00:00 Alcouro http:///noticias/11/09/2013/mercado-internacional---argentinasem36 <p> Mercado firme. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Brasil (11/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/11/09/2013/mercado-internacional---brasilsem36 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---brasilsem36_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Brasil"></p> <p><em>Xangai positivo para exportadores brasileiros. Mas aumento da matéria prima e US$ em queda frente ao R$ comprometem as margens.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <em>Também para os curtidores brasileiros o evento mais importante da semana foi a participação na ACLE em Xangai. O país foi representado por uma seleção dos mais importantes curtumes exportadores em estandes individuais organizados pelo Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil. Num ambiente altamente competitivo os exportadores brasileiros conseguiram resultados positivos tanto em relação a novos contatos como na realização de novos negócios fechados tanto na Feira como, em alguns casos, já nas suas visitas na véspera do evento.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>No mercado do couro cru no Brasil os preços se firmaram mais durante a semana e ao mesmo tempo o câmbio do US$ atingiu o seu nível mais baixo desde o dia 12 de agosto. No encerramento do mercado na sexta-feira a cotação foi de R$ 2,3040/US$ contra R$ 2,3730 na semana anterior. Este fato e sinais de um enfraquecimento do US$ ainda maior deixam os exportadores de novo num clima de incertezas dificultando os seus cálculos para o mercado externo.</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Como havíamos previsto, dado ao fato de que três quartos das exportações brasileiras de couro se destinam ao mercado automotivo e moveleiro, os exportadores brasileiros presentes em Xangai conseguiram defender os seus preços e alguns, baseados na qualidade dos seus produtos, conseguiram até preços mais altos. &nbsp;</em><br /> &nbsp;<br /> <em>Durante a semana foram divulgados os números preliminares referentes às exportações de couros e peles do mês de agosto. O valor das exportações chegou a US$ 207 milhões, 7,5% a mais do que no mesmo mês do ano passado. O acumulado dos primeiros oito meses chegou a US$ 1,595 bilhão correspondendo a um crescimento de 16,5% em comparação com o mesmo período do ano passado.</em></p> <p style="text-align: justify;"> <em>Ao contrário do setor couro, as estatísticas referentes às exportações de produtos manufaturados de couro continuam negativas. O Brasil exportou nos sete primeiros meses deste ano calçados no valor de apenas US$ 628 milhões. Este valor é praticamente idêntico ao exportado no mesmo período de 2012. Considerando que o volume de pares exportados aumentou e que o preço médio por par baixou, chega-se à conclusão de que o crescimento físico continua por conta de artigos de plástico e de borracha. </em><br /> <em>Apenas como referência aos preços de venda para o exterior, informamos em seguida as atuais cotações dos preços do wet blue integral frigorífico, base CFR em US$/pé2:</em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em>TR1 &nbsp;US$ 1,55/1,65 &nbsp; &nbsp; TR2 &nbsp; US$ 1,45/1,55</em><br /> </p></p> 2013-09-11 00:00:00 Alcouro http:///noticias/11/09/2013/mercado-internacional---brasilsem36 <p> Xangai positivo para exportadores brasileiros. Mas aumento da matéria prima e US$ em queda frente ao R$ comprometem as margens. </p> Alcouro <![CDATA[Obrigações financeiras dos frigorificos no Brasil podem crescer com nova lei (05/09/2013 12:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/05/09/2013/obrigacoes-financeiras-dos-frigorificos-no-brasil- <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/obrigacoes-financeiras-dos-frigorificos-no-brasil-_150_1.jpg" alt="Obrigações financeiras dos frigorificos no Brasil podem crescer com nova lei"></p> <p><em>Maior clareza e segurança, tanto para os agricultores e frigoríficos, deve ser o resultado de novas regras sob consideração no Brasil</em></p> <p><p> Maior clareza e segurança, tanto para os agricultores e frigoríficos, deve ser o resultado de novas regras sob consideração no Brasil para os contratos de integração entre as duas partes, mas é possível que os frigoríficos agora vão enfrentar uma maior responsabilidade financeira do que antes para seus agricultores parceiros.&nbsp;<br /> <br /> Liderada pela senadora Ana Amélia (PP-RS), a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) aprovou em 29 de agosto o projeto de lei suplementar (PLS) 330/2011, que atualiza um quadro jurídico para o sistema de contratos integrados entre agricultores e processadores. O projeto de lei segue agora para aprovação na Câmara do Brasil.<br /> <br /> No centro dos potenciais novos regulamentos é uma estrutura mais forte para o contrato básico entre os produtores de matérias-primas no agronegócio e os processadores que as compram. Também parece melhorar as proteções para os produtores, que no passado contavam com poucos recursos quando os compradores entravam em insolvência ou não completavam as compras.<br /> <br /> A Senadora Amelia disse que trabalhou no quadro regulamentar nos últimos meses com diferentes setores do agronegócio, incluindo aqueles de carne avícola e suína.&nbsp;<br /> <br /> Os criadores de aves, por exemplo, recebem regularmente pintos de um cliente de processamento de grande porte, bem como ração animal, medicamentos e assistência técnica. Eles criam os animais até a fase do abate e os vendem de volta para o processador.<br /> <br /> Esta relação de negócio integrado deixa o agricultor altamente dependente de seu parceiro processador, e vice-versa, fazendo com que esta forma de contrato integrado seja mais complexo do que outros contratos de venda de negócios sob as leis brasileiras, disse a senadora. Anteriormente, uma lacuna na legislação brasileira expôs os agricultores como vulnerável na relação contratual, disse.<br /> <br /> Se for aprovada pela Câmara, a lei brasileira vai exigir que os contratos de integração incluam a participação econômica de cada parte na captação de matérias-primas (ex: aves, suínos), bem como o que cada parte está pagando para os requisitos ambientais e de saúde, obrigações sociais e compromissos financeiros para a produção animal.<br /> <br /> Outros detalhes do relacionamento comercial entre o produtor e o processador também teria de ser detalhado em futuros contratos, incluindo as estimativas de investimentos necessários em instalações de produção de animais (onde os processadores terão de contribuir), bem como os pagamentos programados para os produtores, baseado em parte nos preços da colheita anterior e os custos de animais.&nbsp;<br /> <br /> O processador também pode compartilhar a responsabilidade financeira em caso de dano ambiental por um agricultor contratado.</p> <p> Fonte: Portal do agronegócio</p></p> 2013-09-05 12:00:00 Alcouro http:///noticias/05/09/2013/obrigacoes-financeiras-dos-frigorificos-no-brasil- <p> Maior clareza e segurança, tanto para os agricultores e frigoríficos, deve ser o resultado de novas regras sob consideração no Brasil </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - USA (04/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/09/2013/mercado-internacional---usasem35 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---usasem35_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - USA"></p> <p><em>Dias antes de Xangai, US-packers tentam neutralizar tendência do mercado</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> De acordo com as ultimas informações os packers conseguiram aumentar as suas vendas no decorrer da ultima semana antes da ACLE em Xangai. Inicialmente se registraram ainda novos descontos, mas no final da semana os packers recuaram, retiraram algumas ofertas, obviamente na tentativa de dar ao mercado uma imagem mais neutra antes da abertura das portas da Feira de Xangai. Os couros de vaca fecharam a semana com uma tendência ligeiramente mais fraca.<br /> Na verdade as bases que determinaram o comportamento do mercado durante as ultimas semanas não tem mudado e os preços, mesmo depois das recentes baixas ainda estão em nível recorde como mostra o seguinte gráfico do tipo de couro mais negociado do mercado norte-americano.&nbsp;&nbsp;<br /> &nbsp;<br /> De acordo com as estatísticas oficiais do Departamento de Comércio dos EUA, as vendas para exportação de couros salgados durante a semana 34 de 2013 ficaram em 405.500 (419.100), 10% abaixo da média das últimas quatro semanas.<br /> &nbsp;<br /> A lista dos maiores compradores foi a seguinte: China com 305.800 (330.500), Coreia com 70.500 (33.500), México com 16.100 (7.900) e Taiwan com 9.300 (28.900).<br /> Os embarques da mesma semana caíram para 365.800 (467.400), 20% abaixo da média das últimas quatro semanas.<br /> O total dos couros vendidos e ainda não embarcados ficou em 2.883.800 (2.844.200) couros salgados.<br /> &nbsp;<br /> As vendas de couros wet blue reagiram e chegaram á 126.500 (47.500).<br /> Os maiores compradores foram a China com 51.400 (16.700), o México com 30.300 (8.800), o Vietnã com 18.400, Taiwan com 8.800 e a Republica Dominicana com 8.500.<br /> &nbsp;<br /> Os embarques de wet blue chegaram a 124.300 (111.700).<br /> &nbsp;<br /> O total de wet blue vendido e ainda não embarcado ficou em 424.800 (422.600).<br /> O total combinado entre couros salgados e wet blue ainda a embarcar aumentou 1% para 3.308.600 (3.268.800).<br /> &nbsp;<br /> Os abates nesta semana chegaram a 627.000 cabeças, contra 634.000 na semana anterior e 641.000 abatidas na semana correspondente do ano passado. &nbsp;O total do abate no ano corrente está em 21.475.000, 1,5% ou 330.000 cabeças abaixo da mesma época do ano passado.</p> <p align="center"> <strong><u>Preços por couro em US$ F.O.B.</u></strong></p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p align="center"> TIPO DE COURO &nbsp; &nbsp;KG</p> </td> <td> <p align="center"> ATUAL</p> </td> <td> <p align="center"> Semana anterior</p> </td> <td> <p align="center"> Ano passado</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Texas Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>86/88</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>87/88</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 85/86</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>85/87</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>87/88</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 84/85</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Colorado Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>84/85</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>86/88</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 82/83</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Butt Br. Steers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>90/92</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>91/92</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 85/86</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Native Steers &nbsp;27/28</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>92/93</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 87/88</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Heavy Nat. Heifers &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/79n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>78/79</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 71/73</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded Heifers &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>75/77n</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>75/77</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 69/71</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Spready Dairy Cows &nbsp;22/24</p> </td> <td> <p align="center"> <strong>82/83</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>82/83</strong></p> </td> <td> <p align="center"> 70/73</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Branded &nbsp;Cows &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 22/24</p> </td> <td> <p align="center"> 57/58</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> <td> <p align="center"> 53/55</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Native Bulls &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 46/50</p> </td> <td> <p align="center"> 82/84</p> </td> <td> <p align="center"> 82/84</p> </td> <td> <p align="center"> 69/72</p> </td> </tr> <tr> <td> <p align="center"> Small Packers atual &nbsp; 26/28</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 66/67</p> </td> <td> <p align="center"> 59/61</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div> <p> &nbsp;<br /> </p></p> 2013-09-04 00:00:00 Alcouro http:///noticias/04/09/2013/mercado-internacional---usasem35 <p> Dias antes de Xangai, US-packers tentam neutralizar tendência do mercado </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Europa (04/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/09/2013/mercado-interncional---europasem35 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-interncional---europasem35_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Europa"></p> <p><em>Mercado parado durante as férias de verão. Haverá atualização das cotações somente no início de setembro depois da ACLE em Xangai.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> Como o mercado de couro na Europa está praticamente parado durante o mês de agosto, não haverá atualização das cotações até o início de setembro quando voltaremos com o nosso relatório semanal habitual.<br /> &nbsp;<br /> Os gráficos abaixo mostram a evolução dos couros de boi e de vaca do Norte da Alemanha durante os últimos cinco anos baseados em cotações em Euro.</p> <p style="text-align: justify;"> Como sempre, as cotações indicadas na tabela abaixo foram transformadas de € e £ para US$ pela respectiva cotação cambial da semana passada e correspondem ao preço em US$ por quilo posto curtume Norte da Itália e com pagamento de 30 dias. O peso indicado em kg refere-se ao peso couro verde. Na média semanal registramos os seguintes câmbios: um € = US$ 1,32 (1,319) e um £ = US$ 1,53 (1,52).</p> <p> </p> <table align="center" border="1" cellpadding="0"> <tbody> <tr> <td> <p> <strong>Tipo de couro &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;kg</strong><br /> <strong>Cotações em US$/kg</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>&nbsp;30/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Semana </strong><br /> <strong>29/2013</strong></p> </td> <td> <p align="center"> <strong>Ano passado</strong></p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Norte &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 2,77</p> </td> <td> <p align="center"> 2,75</p> </td> <td> <p align="center"> 2,21</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi Alemanha Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp;40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,04</p> </td> <td> <p align="center"> 3,01</p> </td> <td> <p align="center"> 2,37</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Boi França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 40/50</p> </td> <td> <p align="center"> 3,10</p> </td> <td> <p align="center"> 3,08</p> </td> <td> <p align="center"> 2,33</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem. Norte &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,61</p> </td> <td> <p align="center"> 2,59</p> </td> <td> <p align="center"> 2,00</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca Alem.Sul &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 30/32</p> </td> <td> <p align="center"> 2,82</p> </td> <td> <p align="center"> 2,80</p> </td> <td> <p align="center"> 2,13</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Vaca França &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 32+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,74</p> </td> <td> <p align="center"> 2,72</p> </td> <td> <p align="center"> 2,03</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer UK &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,77</p> </td> <td> <p align="center"> 2,75</p> </td> <td> <p align="center"> 2,11</p> </td> </tr> <tr> <td> <p> Ox/Heifer Irlanda &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;36+</p> </td> <td> <p align="center"> 2,51</p> </td> <td> <p align="center"> 2,49</p> </td> <td> <p align="center"> 1,84</p> </td> </tr> </tbody> </table> <div style="clear: both;"> </div> <p> </p></p> 2013-09-04 00:00:00 Alcouro http:///noticias/04/09/2013/mercado-interncional---europasem35 <p> Mercado parado durante as férias de verão. Haverá atualização das cotações somente no início de setembro depois da ACLE em Xangai. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Ásia (04/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/09/2013/mercado-internacional---asiasem35 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---asiasem35_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Ásia"></p> <p><em>Incertezas na véspera da abertura da feira de Xangai. Demanda do setor calçado menor. Matéria prima ainda em nível recorde.</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> As informações que chegam da China e de outros países asiáticos dão conta de que o volume dos pedidos de couros acabados para a indústria de calçados esta em cerca 20% abaixo do nível registrado na mesma época do ano passado. Os vendedores que atualmente visitam a China também informam que desde os canais de distribuição dos caçados ate os armazéns de matéria prima, todas as pipelines estão bem abastecidas.<br /> Exportadores norte-americanos de couros crus e de wet blue enfrentam atrasos na abertura de cartas de credito por parte de clientes chineses e se protejam suspendendo embarques.<br /> &nbsp;<br /> Os mercados de couros crus na Ásia não mostram maiores oscilações durante a semana.<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> Agora todas as atenções convergem para Xangai onde já no dia 4 de setembro a esperada ACLE abre as suas portas. A grande maioria do mundo do couro se encontrará neste primeiro importante evento depois das férias europeias e na fase inicial da nova temporada asiática. Alem de fazer negócios, todos procurarão encontrar elementos mais concretos para avaliar o real potencial do mercado para os próximos meses, uma vez que de um lado existem fatos que comprovam uma demanda menor enquanto de outro lado os preços dos couros crus ainda se mantém no patamar mais alto de todos os tempos. Dado á complexidade do mercado não se pode esperar respostas validas para o mercado de couro em geral, mas todos esperam que apareçam indicadores mais claros para cada segmento especifico do mercado.<br /> </p></p> 2013-09-04 00:00:00 Alcouro http:///noticias/04/09/2013/mercado-internacional---asiasem35 <p> Incertezas na véspera da abertura da feira de Xangai. Demanda do setor calçado menor. Matéria prima ainda em nível recorde. </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Internacional - Argentina (04/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/09/2013/mercado-internacional---argentinasem35 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-internacional---argentinasem35_150_1.jpg" alt="Mercado Internacional - Argentina"></p> <p><em>Mercado inalterado</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> Sem maiores novidades no mercado domestico onde os preços dos couros crus cotados em US$ permaneceram estáveis, os exportadores argentinos viajaram para Xangai com cotações firmes para os seus produtos acabados.<br /> &nbsp;<br /> O peso argentino fechou a semana com a cotação ARS 5,68/US$, portanto seis centavos acima da cotação da semana anterior quando foi cotado em ARS 5,62/US$.<br /> &nbsp;<br /> Os preços de exportação estão nas seguintes bases:<br /> Crust automotivo: seleção flor integral, secado ao vácuo, 1,2/1,4 mm, US$ 1,95/2,15.<br /> &nbsp;<br /> Crust automotivo stucco, lixado US$ 1,65/1,70.<br /> Crust para calçado tipo TR1 está na base de US$ 2,45/2,50<br /> &nbsp;<br /> Nas melhores regiões, como na província de Buenos Aires e em Mendonza, o preço médio para um quilo de couro salgado oscila ao redor de US$ 1,30 por quilo para os couros de novilho e vaquilonas e de US$ 1,05 por quilo para os couros de vaca.<br /> (Fonte: Menendez &amp; Echeguia).<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> No <strong>Uruguai,</strong> o preço do couro verde frigorífico esta na base de US$ 1,40/quilo.<br /> O couro curtido em crust, stucco e lixado para estofamento é vendido ao preço de US$ 1,65/1,70, enquanto o couro crust automotivo secado ao vácuo custa US$ 2,00/2,15/sqft.<br /> </p></p> 2013-09-04 00:00:00 Alcouro http:///noticias/04/09/2013/mercado-internacional---argentinasem35 <p> Mercado inalterado </p> Alcouro <![CDATA[Mercado Interncional - Brasil (04/09/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/04/09/2013/mercado-interncional---brasilsem35 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/mercado-interncional---brasilsem35_150_1.jpg" alt="Mercado Interncional - Brasil"></p> <p><em>Exportadores viajam para a ACLE em Xangai com cotações firmes</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> A semana transcorreu sem maiores novidades. Os preços dos couros frescos dos principais frigoríficos permaneceram firmes e sem alterações. As vendas de couros curtidos no mercado local não apresentaram qualquer reação e em relação ás vendas para exportação a situação igualmente continuou sem novidades.<br /> Os exportadores continuam mantendo as suas cotações com firmeza, enquanto o exterior insiste em descontos baseado nos preços mais baixos dos couros norte-americanos e na recente desvalorização do R$ frente ao US$.<br /> &nbsp;<br /> Vários exportadores já viajaram para a China ao encontro com os clientes habituais e todos se encontrarão nos próximos dias na Feira de Xangai onde procurarão se situar melhor dentro da atual conjuntura do mercado<br /> &nbsp;<br /> O mercado cambial se apresentou esta semana ainda com oscilações, mas muito menos nervoso do que nas semanas anteriores. Com uma permanente presença do Banco Central a cotação do US$ no encerramento do mercado na ultima sexta-feira ficou em R$ 2,3850/US$, praticamente igual á semana anterior.<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;&nbsp;<br /> Apenas como referência aos preços de venda para o exterior, informamos em seguida as atuais cotações dos preços do wet blue integral frigorífico, base CFR em US$/pé2:<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> TR1 &nbsp;US$ 1,55/1,60 &nbsp; &nbsp; TR2 &nbsp; US$ 1,45/1,52<br /> </p></p> 2013-09-04 00:00:00 Alcouro http:///noticias/04/09/2013/mercado-interncional---brasilsem35 <p> Exportadores viajam para a ACLE em Xangai com cotações firmes </p> Alcouro <![CDATA[Abertura de Mercado (30/08/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/30/08/2013/abertura-de-mercado3008 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/abertura-de-mercado3008_150_1.jpg" alt="Abertura de Mercado"></p> <p><em>PIB E LEILÕES DO BC AGITAM BRASIL, ENQUANTO EXTERIOR REDOBRA CAUTELA COM SÍRIA E FED</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <strong>A economia brasileira regae no segundo trimestre e mostra expansão igual ou mais intensa que a verificada nos três primeiros meses de 2013, quando cresceu 0,6%. </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Os números oficiais do Produto Interno Bruto (PIB) nacional foram publicados hoje às 9hs, segundo o IBGE o PIB cresceu 1.5% entre Abril e Junho, ante ao primeiro trimestre (acima do teto das estimativas de 1,30). Na comparação com igual trimestre de 2012, a expansão foi de 3,3 (acima da mediana de 2,50, encontrada em um intervalo de 2,00% a 3.8%) com isso as taxas futuras de juros com vencimento no curto prazo reagiram há pouco com ligeira alta. &nbsp;e ajudam ajudar a traçar o cenário da atividade na segunda metade do ano, impactando os mercados domésticos nesta sexta-feira. </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Além do ritmo econômico, os investidores também monitoram a questão fiscal. Após o governo federal admitir a possibilidade de a meta de superávit primário para o ano que vem ficar em 2,1% do PIB, as atenções se voltam para o resultado do setor público consolidado em julho, que deve ter um resultado mais forte que em junho. Esses dois assuntos podem ser considerados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que concede entrevista coletiva ao final da manhã, em São Paulo. </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Outra variável relevante e que segue no radar é o comportamento do dólar. Em meio à disputa para a formação da taxa Ptax, o Banco Central realiza hoje dois leilões de linha, além de uma operação adicional de venda de dólares no mercado futuro (swap tradicional). </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>No exterior, a moeda norte-americana adota um comportamento lateral, oscilando entre margens estreitas ante as moedas correlacionadas às commodities e também em relação às principais rivais. Diante dos números robustos do PIB dos Estados Unidos entre abril e junho deste ano, é cada vez maior a percepção de que o Federal Reserve deve iniciar, o quanto antes, a redução do programa mensal de compra de bônus, o que retrai o apetite por risco nos mercados internacionais. </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Na agenda do dia, saem novos dados sobre a maior economia do mundo e o presidente da distrital de Saint Louis, James Bullard, volta a discursar hoje. As preocupações sobre a Síria ainda estão no foco, com o presidente Barack Obama sinalizando a possibilidade de uma ação unilateral no país árabe, após o Parlamento britânico rejeitar uma intervenção militar do Reino Unido para punir o regime de Bashar Assad. Em reação, as commodities dão continuidade à realização de lucros recente. Já as principais bolsas europeias operam no terreno negativo, mas exibem perdas moderadas, digerindo os indicadores da região, que mostraram melhora no sentimento econômico na zona do euro e estabilidade da taxa de desemprego no nível recorde de alta. </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Do outro lado do mundo, o Japão mostrou uma expansão menor que a esperada da indústria, mas os números ainda indicam uma recuperação gradativa e contínua da atividade. No fim de semana, a China publica os índices dos gerentes de compras (PMI) oficial e do HSBC sobre a atividade.</strong></p></p> 2013-08-30 00:00:00 Alcouro http:///noticias/30/08/2013/abertura-de-mercado3008 <p> PIB E LEILÕES DO BC AGITAM BRASIL, ENQUANTO EXTERIOR REDOBRA CAUTELA COM SÍRIA E FED </p> Alcouro <![CDATA[Abertura de Mercado (28/08/2013 00:00:00)]]> http://www.alcouro.com.br/noticias/28/08/2013/abertura-de-mercado2808 <p><img src="http://www.alcouro.com.br/img/news/abertura-de-mercado2808_150_1.jpg" alt="Abertura de Mercado"></p> <p><em>EM DIA DE COPOM, DÓLAR VOLTA A SER PRESSIONADO POR SÍRIA E ROLAGEM DE CONTRATOS FUTUROS</em></p> <p><p style="text-align: justify;"> <strong>A manhã promete mais pressão sobre a taxa de câmbio doméstica devido ao aumento </strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>da aversão ao risco no exterior com a possível intervenção internacional na Síria. A eventual ação militar no país do Oriente Médio levanta dúvidas sobre a redução de estímulos do Federal Reserve em setembro e também representa uma nova ameaça ao endividamento norte-americano. A perspectiva é de que, mesmo sem a participação dos EUA num iminente conflito, o endividamento do país poderia alcançar o teto da dívida em outubro.</strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Moedas e ações de mercados emergentes voltam a cair, enquanto os investidores continuam buscando proteção no dólar norte-americano, no petróleo e no ouro.</strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>A cautela entre os investidores também é amparada pela expectativa com a segunda estimativa do PIB dos EUA no segundo trimestre, que será divulgada amanhã, um dia antes do anúncio do PIB brasileiro do mesmo período, na sexta-feira.</strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Um outro fator técnico interno que poderá dar força ao dólar na primeira parte da sessão é a intensificação da rolagem de contratos futuros de câmbio. Com a proximidade da formação da taxa Ptax de fim de mês, no dia 30 (sexta-feira), os comprados (investidores estrangeiros e fundos de investimento) devem exercer pressão para elevar o dólar, visando antecipar o fortalecimento da Ptax diária e, por tabela, a taxa de fechamento de mês. Ontem, por exemplo, a taxa Ptax fechou às 13 horas em alta de 1,24%, a R$ 2,3998. Já o dólar à vista terminou o dia em baixa de 0,71% ante o real no mercado de balcão, cotado a R$ 2,3710. Já a moeda para setembro encerrou em queda de 0,36%, a R$ 2,3750.</strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>A mudança de direção do dólar ante o real para a queda ontem à tarde, após a moeda oscilar com sinal positivo na maior parte da manhã, gerou especulações em algumas mesas de câmbio de que o Banco do Brasil (BB) poderia estar vendendo dólares informalmente em nome do Banco Central, em uma eventual atuação denominada </strong><strong>de "chapa branca". Operadores de bancos privados e corretoras ouvidos pelo Broadcast, no entanto, não identificaram uma atuação significativa do BB no mercado à vista ontem. Um experiente operador de tesouraria afirmou há pouco que o fato de o BC estar vendendo US$ 500 milhões em swap cambial diariamente representa a entrada de dinheiro líquido no mercado através dos bancos, que participam dos leilões de venda da autoridade monetária. Além disso, a rolagem de contratos futuros envolve interesses de investidores comprados (estrangeiros e fundos de investimento), mas também dos investidores vendidos, que são os bancos porque apostaram na queda do dólar, atuando como contrapartes nas operações com derivativos cambiais.</strong></p> <p style="text-align: justify;"> <strong>Em relação à reunião do Copom, que define hoje a noite a nova taxa Ptax para os próximos 45 dias, a expectativa é de que será elevada em 0,50 ponto porcentual, para 9% ao ano - consenso reforçado após o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, alertar sobre "prêmios excessivos" na curva a termo. </strong></p></p> 2013-08-28 00:00:00 Alcouro http:///noticias/28/08/2013/abertura-de-mercado2808 <p> EM DIA DE COPOM, DÓLAR VOLTA A SER PRESSIONADO POR SÍRIA E ROLAGEM DE CONTRATOS FUTUROS </p> Alcouro